Tradicionalmente mais fraco, o mês de janeiro exige criatividade para lojistas aquecerem as vendas no e-commmerce. E as promoções têm aquecido o setor, no início deste ano, os vendedores de lojas online, plataformas digitais e marjetplaces atraírem consumidores.
“As ações dos lojistas podem incluir descontos, kits de produtos, cashbacks e parcerias com empresas de serviços para descontos em estacionamentos, bares e restaurantes”, afirma Thiago Mazeto, diretor da Tray, plataforma de e-commerce da LWSA.
No backoffice, soluções de e-commerce e de gestão (ERP) apoiam a operação das PMEs online ao integrar rotinas como catálogo, pedidos e estoque a marketplaces e plataformas digitais. Em 2025, Tray e Bling anunciaram integrações com Temu e TikTok Shop, ampliando a conexão desses canais às operações de lojistas que usam as soluções.
Planejamento, margem e pagamento
Além de aquecer as vendas, as PMEs também precisam planejar o ano, definindo estratégia de vendas, que inclui provisionar demanda, estoque e precificação para não comprometer margem e, ao mesmo tempo, garantir um checkout preparado para diferentes preferências de pagamento. “O empreendedor deve avaliar o que funcionou, identificar pontos de melhoria e já projetar suas estratégias para 2026. Planejamento e gestão precisam anteceder esse momento e seguir como prioridade após o encerramento do ano”, afirma Marcelo Navarini, diretor do Bling.
O lojista também precisa reduzir barreiras e ampliar conversão com a oferta de múltiplas formas de pagamento. “Em pesquisa recente, o Pix chegou a 38% da preferência (com avanço relevante vs. 2024), mas o cartão de crédito ainda é a forma de pagamento mais utilizada. Contudo, a oferta de múltiplos meios de pagamento atende diferentes perfis de consumo e reduz barreiras no fechamento da compra”, destaca Monisi Costa, diretora executiva de Banking e Payment da Vindi, hub de pagamentos da LWSA, que integra diversos métodos de pagamento e adquirentes em uma única interface para otimizar a gestão financeira de negócios.

