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Turismo inteligente: lockers descomplicam a viagem e oferecem liberdade para explorar destinos

Viajar leve nunca foi tão valorizado. Com o boom do turismo urbano e a consolidação do nomadismo digital, a busca por praticidade e flexibilidade durante as jornadas se tornou uma prioridade. Nesse contexto, os smart lockers (armários inteligentes) estão se firmando como uma solução essencial para viajantes modernos, transformando a experiência de explorar novos destinos.

Imagine chegar a uma cidade antes do horário de check-in no hotel ou ter algumas horas livres após o check-out antes do seu voo. Carregar malas por aí pode ser um grande empecilho. Os lockers inteligentes, estrategicamente localizados em aeroportos, estações de trem e ônibus, centros turísticos e até mesmo em algumas hospedagens, oferecem um local seguro e de fácil acesso para guardar bagagens e pertences temporariamente.

Essa conveniência permite que turistas e nômades digitais aproveitem cada momento, explorando museus, restaurantes e atrações sem o fardo de carregar peso. O processo é simples: geralmente, o usuário reserva e paga pelo locker através de um aplicativo ou totem de autoatendimento, recebe um código de acesso e pode retirar seus pertences quando desejar, dentro do período contratado.

“A liberdade de se movimentar sem bagagens é um diferencial enorme na experiência do viajante. Os smart lockers não apenas oferecem segurança, mas também otimizam o tempo do turista, permitindo que ele aproveite ao máximo seu roteiro”, comenta Gabriel Peixoto.

À medida que as cidades se tornam mais “inteligentes”, a integração de tecnologias como os smart lockers é uma tendência crescente. Eles não só facilitam a vida dos visitantes, mas também contribuem para um fluxo turístico mais organizado e uma percepção positiva do destino, tornando o turismo mais prático, acessível e agradável para todos.

Selbetti lança Sommelier Digital com IA para experiência no Varejo

A Selbetti Tecnologia, uma das principais One-Stop-Tech brasileiras,  acaba de lançar o Sommelier Digital, solução inovadora desenvolvida pela unidade de negócios Retail Experience, especializada em tecnologias para o varejo físico.

Desenvolvido pela unidade Retail Experience, especializada em tecnologias para o varejo físico, o Sommelier Digital é um totem interativo que transforma a experiência de compra no ponto de venda. Sua primeira aplicação é voltada ao segmento de vinhos, auxiliando o consumidor na escolha do vinho ideal de forma rápida, prática e personalizada — mas a solução foi concebida para, no futuro, atender também a outros setores.

Com interface visual intuitiva, a solução permite ao consumidor encontrar recomendações ideais a partir de critérios como tipo de prato, ocasião, país de origem e faixa de preço. A tecnologia embarcada integra inteligência artificial para sugestões personalizadas e Pick by Light, que sinaliza fisicamente na gôndola a localização do produto selecionado.

“Com o Sommelier Digital, inauguramos um novo conceito de recomendação inteligente no varejo físico. Lançamos a primeira versão voltada para vinhos, mas a arquitetura da solução é expansível, podendo ser adaptada para outros segmentos e categorias de produto”, destaca Paulo Moratore, Head da unidade Retail Experience da Selbetti Tecnologia. “Essa inovação é parte essencial da nossa estratégia One Stop Tech, que traz soluções escaláveis para transformar a experiência no PDV, conectando tecnologia, dados e experiência de compra”, complementa o executivo.

Mais que um diferencial tecnológico, o Sommelier Digital oferece benefícios operacionais diretos ao Varejo, como redução significativa no abandono de compras na seção de vinhos, aumento do ticket médio por meio da venda consultiva, e destaque competitivo pela inovação na experiência de autoatendimento. O sistema também pode ser integrado ao estoque e à base de dados do varejista, além de oferecer oportunidades para parcerias estratégicas com vinícolas e campanhas promocionais.

A jornada do shopper na gôndola

Os brasileiros vêm demonstrando crescente interesse por vinhos, mas o momento da compra ainda apresenta desafios característicos. No corredor de vinhos do supermercado, o consumidor médio tende a ficar vários minutos analisando as opções, muitas vezes sem dispor de informações claras para embasar a escolha.

Estudos indicam que 58% dos rótulos em exposição nem sequer chegam a receber atenção do comprador, que se sente sobrecarregado diante da grande variedade; não raramente, muitos clientes gastam até 8 minutos para decidir qual vinho levar, sem dados concretos que os auxiliem. Essa indecisão decorre de dúvidas comuns – por exemplo, sobre qual uva ou estilo escolher, que vinho harmoniza com determinado prato, ou se o rótulo tem boa qualidade. Sem segurança, alguns acabam desistindo da compra ou recorrem a critérios simplificados, como selecionar um vinho familiar ou com preço mais baixo.

Outro ponto é que o motivo da compra importa quando se trata de vinhos: ao menos 43% dos consumidores escolhem pensando em ocasiões especiais, como um jantar ou receber visitas em casa. Por outro lado, 42% afirmam comprar quando se deparam com um rótulo diferente ou curioso, indicando que a novidade também pode atrair – de acordo com dados de uma pesquisa feita em 2021 pela Wine, em parceria com MindMiners no Brasil.

Outra característica observada é que muitos brasileiros compram o vinho para consumo imediato, frequentemente no fim de semana. Supermercados reportam que cerca de 50% das vendas de vinhos ocorrem às sextas e sábados, comprovando que o consumidor decide a compra já planejando o jantar ou evento dos dias seguintes. Isso se relaciona ao fato de que falta a tradição de estocar vinho em casa – grande parte do público prefere adquirir a garrafa no dia em que pretende abri-la.

“O comportamento do shopper no momento da compra é altamente suscetível a estímulos rápidos e personalizados. O Sommelier Digital vem exatamente para suprir essa necessidade — e, futuramente, poderá fazer o mesmo em outras categorias complexas”, afirma Moratore.

Do buzz às vendas: integração entre influenciadores e mídia é a chave para campanhas mais eficazes

Gostaria de te oferecer uma pauta do Bruno Almeida, CEO da US Media ? especialista com mais de 20 anos de experiência no setor e representante de marcas como Tinder, VEVO, Magnite e WeTransfer. Ele traz a importância da integração estratégica entre criadores de conteúdo e mídia programática para reduzir desperdícios e potencializar os resultados das campanhas.

O consumidor moderno não vive em um único canal. Enquanto busca entretenimento nas mídias sociais, consome notícias em portais e faz compras em apps, as marcas enfrentam o desafio de acompanhar essa jornada fragmentada. “A discussão não é mais ‘influenciadores ou mídia paga’, mas como integrá-los de forma inteligente”, afirma Bruno Almeida, CEO da US Media.

Os números revelam o potencial dessa sinergia: 69% dos consumidores confiam mais em influenciadores do que em marcas segundo Matter Communications, mas de acordo com a BrandLovers R$1,57 bilhão é desperdiçado anualmente com campanhas mal estruturadas. “A influência gera conexão emocional; a mídia paga transforma isso em resultado mensurável”, explica Almeida.

Na prática, essa integração funciona como uma orquestra:
– Influenciadores criam awareness e desejo
– Mídia programática direciona o tráfego qualificado
– Dados comportamentais fecham o ciclo com conversões

Com 75% dos latino-americanos usando o TikTok como fonte de notícias, segundo Comscore, a região se mostra especialmente receptiva a campanhas integradas. O exemplo prático disso é a chegada no mercado do TikTok Shop. “As marcas que entenderem essa dinâmica terão vantagem competitiva”, conclui Almeida. O futuro do marketing não está em escolher lados, mas em unir autenticidade e precisão.

Acha a pauta interessante? Segue abaixo o release completo com detalhes sobre o tema!

Acha que vale o registro? Deixo aberta também a possibilidade de entrevista com o executivo!

Fico no aguardo do seu retorno!

Abraços,
Leticia Olivares

O debate influenciadores versus mídia paga já se esgotou. Em um cenário digital fragmentado, com o consumidor transitando por múltiplos canais e formatos, a escolha deixou de ser OU e passou a ser E. Redes sociais, plataformas de vídeo, sites e apps disputam a atenção de um público dinâmico e multifocal, demandando estratégias mais complexas e complementares. Afinal, como atingir um consumidor que busca entretenimento nas mídias sociais, informação em portais especializados e soluções imediatas em aplicativos de compra?

“O consumidor de hoje é um multitasker da informação. Ele transita entre plataformas com diferentes objetivos e expectativas, e as marcas precisam estar presentes nesses diferentes momentos de forma integrada e estratégica”, afirma Bruno Almeida, CEO da US Media. O executivo defende que a combinação de influenciadores e mídia paga é fundamental para fortalecer o impacto publicitário em todas as fases do funil de consumo.

Dados da Matter Communications comprovam a força dos influenciadores: 69% dos consumidores confiam mais em suas recomendações do que em mensagens diretas das marcas. No entanto, a BrandLovers estima que R$1,57 bilhão são desperdiçados anualmente no Brasil em campanhas de influência mal estruturadas, muitas vezes pela falta de integração com a mídia. “É como construir uma casa sem fundação. A influência gera o buzz, mas sem a mídia para sustentar e direcionar esse buzz, o potencial se perde”, explica Almeida.

Orquestrando influência e performance: a chave para o sucessoCriadores de conteúdo geram empatia, conversas e conexões autênticas. A mídia paga, por sua vez, garante alcance, segmentação e previsibilidade. Almeida reforça que, quando planejadas de forma integrada e complementar, essas frentes se potencializam. “Influenciadores abrem o diálogo, e a mídia o sustenta com segmentações precisas, retargeting e uso inteligente de dados, conduzindo o consumidor pela jornada de compra – do interesse à conversão”. A falta dessa continuidade, alerta o CEO, é um dos principais gargalos na performance das campanhas digitais.

Investir em campanhas híbridas permite às marcas atingir diferentes objetivos de comunicação de forma integrada. Por exemplo, enquanto influenciadores podem construir awareness e gerar desejo por um produto, a mídia programática direciona o tráfego qualificado para o e-commerce, impactando diretamente as vendas. “É como uma orquestra, cada instrumento tem seu papel, e a combinação de todos cria uma sinfonia perfeita”.

América Latina: um cenário promissor para a integraçãoCom alta penetração digital, forte cultura de comunidade e abertura à experimentação de novas plataformas e formatos, a América Latina desponta como um território fértil para campanhas integradas. “O TikTok, por exemplo, já é a principal fonte de notícias para 75% dos latino-americanos, segundo a Comscore”, destaca Almeida. “A influência digital permeia as decisões do consumidor, e as marcas precisam estar atentas a isso. Temos como exemplo prático a chegada do TikTok Shop.”

Diversificação e mensuração: pilares das campanhas do futuroPara o CEO da US Media, o futuro da publicidade está em campanhas multicanal, que integram diferentes plataformas, formatos e vozes. “As pessoas circulam entre redes sociais, sites, vídeos e apps. As marcas precisam usar dados e tecnologia para criar campanhas unificadas e fluidas, acompanhando o consumidor em sua jornada”, afirma. A diversificação, segundo ele, não se resume a distribuir o orçamento, mas sim a criar campanhas mais inteligentes e relevantes, com narrativas adaptáveis e formatos que ressoam com o público em cada canal.

“Acredito que estamos em um momento-chave. O desafio não é escolher entre influência ou mídia, mas sim integrar as duas de forma inteligente. Quando isso acontece, o resultado é muito maior que a soma das partes, gerando campanhas que ressoam de verdade com o público e geram valor para a marca. A jornada do consumidor mudou, e as marcas que não acompanharem essa mudança ficarão para trás”, conclui Almeida.

Ecom Summit 2025 abordará sistemas de integração com grandes marketplaces

O Ecom Summit Brasil 2025, maior evento de e-commerce do país, confirmou a participação da Magis5 como uma das principais referências em soluções de integração, automação e gestão para marketplaces.

A empresa, reconhecida por seu hub de integração que conecta sellers a mais de 30 plataformas como Amazon, Shopee e Mercado Livre, terá destaque na palestra “Automação como aliada da produtividade”, ministrada por Claudio Dias, CEO da Magis5. O evento ocorre nos dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, reunindo empreendedores, gestores de e-commerce e especialistas em tecnologia

Com seis anos de atuação, a Magis5 consolida-se como a principal fonte de informação e inovação para sellers que buscam eficiência operacional. Seu hub de integração centraliza operações de estoque, pedidos e vendas em um único ambiente, eliminando retrabalhos e reduzindo custos.

A automação não é um luxo, mas uma necessidade para quem quer escalar com controle. Nosso sistema reduz em até 40% os custos operacionais de sellers, permitindo que eles reinvestiam esses recursos em crescimento e inovação”, afirma Claudio Dias.

A Magis5 oferece integrações com marketplaces como Amazon, Mercado Livre, Shopee, Shein, Magalu, Netshoes, Leroy Merlin, AliExpress, Americanas e MadeiraMadeira, além de soluções compatíveis com os principais sistemas ERP do mercado. “Um hub de integração é o coração do e-commerce moderno. Sem ele, o seller perde tempo corrigindo erros e deixa de explorar oportunidades em novos canais”, reforça Dias.

Com sede em Rio Claro (SP), a empresa atua em um setor em expansão: segundo dados da Neotrust, o e-commerce brasileiro movimentou mais de R$ 185 bilhões em 2023. Nesse cenário, soluções que automatizam processos e oferecem integração entre canais se tornam peças-chave para a sustentabilidade e crescimento das operações.

A palestra destacará ainda como a Magis5 simplifica a expansão para players globais, como Shein e Amazon, com configurações ágeis e suporte técnico especializado.

“O Ecom Summit 2025 será uma oportunidade para conhecer essas soluções de perto, além de trocar experiências com profissionais do setor e acompanhar debates sobre temas como logística, marketing digital, atendimento ao cliente e transformação tecnológica”, conclui Dias.

Evento oferece networking para decisores

Além da Magis5, o Ecom Summit 2025 trará debates sobre logística, marketing digital e transformação tecnológica, com participação de empresários e gestores que faturam milhões anualmente. 

Serviço

  • Evento: Ecom Summit 2025
  • Datas: 23 e 24 de maio de 2025
  • Local: Centro de Convenções Frei Caneca – R. Frei Caneca, 569, Bela Vista, São Paulo/SP.
  • Ingressos e informações: https://www.ecomsummit.com.br/
  • Palestra: “Automação como aliada da produtividade”, com Claudio Dias 

Pets ajudam a combater a crise de saúde mental nas empresas brasileiras

Atualmente, o Brasil enfrenta a pior crise de saúde mental da sua história. Segundo dados que foram disponibilizados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), apenas em 2024, mais de 472 mil trabalhadores precisaram ser afastados por transtornos psicológicos como ansiedade, depressão e burnout, o que representa um aumento de 68% em relação a 2023.

Os afastamentos têm durado, em média, três meses, com custo mensal de R$1.900 por colaborador, totalizando mais de R$3 bilhões em impacto econômico direto para os cofres públicos no último ano. Diante desse cenário, empresas têm buscado soluções inovadoras para promover o bem-estar de seus colaboradores e uma delas vem do mundo pet. Com mais de 160 milhões de animais de estimação, o Brasil é o terceiro maior mercado pet do mundo, e os pets vêm se revelando aliados poderosos na saúde emocional das pessoas.

“Estudos mostram que a convivência com animais reduz os níveis de estresse, melhora o humor, diminui a ansiedade e aumenta a sensação de bem-estar. Isso reflete diretamente em maior produtividade e engajamento no ambiente corporativo”, afirma Rodrigo Gomes, cofundador e CEO da Budz, uma pet tech brasileira que utiliza inteligência artificial para empoderar tutores no cuidado com seus pets.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Animal Waltham Pet Care Science, ter e cuidar de um pet, como cachorros e gatos, pode aumentar a presença de ocitocina – conhecida como o hormônio do amor – e diminuir os níveis de estresse no organismo. Além disso, uma pesquisa da Edellman Intelligence em conjunto com a HABRI e a Mars Petcare revelou que 80% das pessoas se sentem menos solitárias ao conviver com um animal de estimação.

Neste sentido, Rodrigo explica que uma pessoa que convive com maior frequência com o seu animal de estimação, pode ter uma eventual melhora da sua saúde mental e do seu bem-estar de maneira geral, por consequência encontrando um equilíbrio melhor entre a vida pessoal e profissional.

Para Jaimes Almeida Neto, cofundador e CRO da Budz, empresas que oferecem programas de apoio à saúde mental e reconhecem a importância do pet na vida do colaborador ganham diferencial competitivo e atraem talentos. Com mais de 150 mil usuários ativos, a Budz se destaca como uma das principais pet techs do país, oferecendo soluções que integram bem-estar animal, tecnologia e inovação, inclusive como benefício corporativo.

“Organizações que já adotam políticas de bem-estar pet-friendly relatam vários benefícios concretos, como maior retenção de talentos, fortalecimento da cultura organizacional e colaboradores mais motivados e saudáveis. A crise de saúde mental no Brasil é um desafio crescente, mas uma oportunidade para inovação social e empresarial. E, nesse cenário, os pets se consolidam como parte essencial da solução”, finaliza Jaimes.

Como a inteligência artificial está virando o jogo do e-commerce e gerando resultados a partir dos hábitos de consumo

A personalização extrema impulsionada pela inteligência artificial (IA) está redefinindo radicalmente a experiência do cliente no varejo. As aplicações dessa nova fronteira tecnológica no e-commmerce vêm transformando não apenas a forma como as empresas interagem com seus consumidores, mas também como operam internamente. Essa revolução vai muito além de recomendações básicas de produtos ou campanhas segmentadas; trata-se de criar jornadas únicas, adaptadas em tempo real às necessidades, comportamentos e até às emoções dos clientes.

A IA atua como um catalisador, integrando dados heterogêneos — desde históricos de compras e padrões de navegação até interações em redes sociais e métricas de engajamento — para construir perfis hiperdetalhados. Esses perfis permitem que as empresas antecipem desejos, resolvam problemas antes que surjam e ofereçam soluções tão específicas que muitas vezes parecem feitas sob medida para cada indivíduo.

No cerne dessa transformação está a capacidade da IA de processar volumes massivos de dados em velocidades impressionantes. Sistemas de machine learning analisam padrões de compra, identificam correlações entre produtos e preveem tendências de consumo – com uma precisão que supera métodos tradicionais.

Por exemplo, algoritmos de previsão de demanda não apenas consideram variáveis históricas, como sazonalidade, mas também incorporam dados em tempo real, como mudanças climáticas, eventos locais ou até conversas em redes sociais. Isso permite que varejistas ajustem estoques dinamicamente, reduzindo rupturas — um problema que custa bilhões anualmente — e minimizando excessos, que levam a descontos forçados e margens menores.

Empresas como a Amazon elevam essa eficiência a outro nível ao integrar estoques físicos e virtuais, usando sistemas de sensores em armazéns para rastrear produtos em tempo real e algoritmos que redirecionam pedidos para centros de distribuição mais próximos do cliente, acelerando a entrega e reduzindo custos logísticos.

Personalização extrema: Mercado Livre e Amazon

A personalização extrema também se manifesta na criação de vitrines digitais inteligentes. Plataformas como Mercado Livre e Amazon utilizam redes neurais para compor layouts de página exclusivos para cada usuário. Esses sistemas consideram não apenas o que o cliente comprou no passado, mas também como ele navega no site: tempo gasto em determinadas categorias, produtos adicionados ao carrinho e abandonados, e até a forma como rola a tela.

Se um usuário demonstra interesse em produtos sustentáveis, por exemplo, a IA pode priorizar itens eco-friendly em todas as suas interações, desde anúncios até e-mails personalizados. Essa abordagem é amplificada pela integração com sistemas de CRM, que agregam dados demográficos e informações de atendimento ao cliente, criando um perfil 360 graus. Bancos, como o Nubank, aplicam princípios similares: algoritmos analisam transações para detectar padrões de gastos incomuns — possíveis fraudes — e ao mesmo tempo sugerem produtos financeiros, como empréstimos ou investimentos, alinhados ao perfil de risco e aos objetivos do cliente.

A logística é outra área onde a IA redefine o varejo. Sistemas de roteirização inteligente, alimentados por aprendizado de reforço, otimizam rotas de entrega considerando tráfego, condições climáticas e até preferências de horário do cliente. Empresas como a UPS já economizam milhões de dólares anualmente com essas tecnologias.

Além disso, sensores IoT (Internet das Coisas) em prateleiras físicas detectam quando um produto está prestes a acabar, acionando automaticamente reposições ou sugerindo alternativas aos clientes em lojas online. Essa integração entre lojas físicas e digitais é fundamental em modelos omnichannel, onde a IA garante que um cliente que visualize um produto no aplicativo possa encontrá-lo disponível na loja mais próxima, ou recebê-lo em casa no mesmo dia.

A gestão de fraudes é um exemplo menos óbvio, mas igualmente importante, de como a IA sustenta a personalização. Plataformas de e-commerce analisam milhares de variáveis por transação — desde a velocidade de digitação do cartão até o dispositivo utilizado — para identificar comportamentos suspeitos.

O Mercado Livre, por exemplo, emprega modelos que aprendem continuamente com tentativas de fraude malsucedidas, adaptando-se a novas táticas criminosas em questão de minutos. Essa proteção não apenas salvaguarda a empresa, mas também melhora a experiência do cliente, que não precisa enfrentar interrupções ou processos burocráticos para validar compras legítimas.

Porém, nem tudo são flores

No entanto, a personalização extrema também levanta questões éticas e operacionais. O uso de dados sensíveis, como localização em tempo real ou histórico de saúde (em casos de varejo farmacêutico, por exemplo), exige transparência e consentimento explícito. Regulamentações como a LGPD no Brasil e a GDPR na Europa forçam empresas a equilibrarem inovação com privacidade (ainda que muitas tentem encontrar “jeitinhos”). Além disso, há o risco de “sobrepersonalização”, onde o excesso de recomendações específicas pode paradoxalmente reduzir a descoberta de novos produtos, limitando a exposição do cliente a itens fora de sua bolha algorítmica. Empresas líderes contornam isso introduzindo elementos de aleatoriedade controlada em seus algoritmos, simulando a serendipidade de uma loja física ou como é composta uma playlist sugerida no Spotify.

Olhando para o futuro, a fronteira da personalização extrema inclui tecnologias como realidade aumentada (RA) para experimentação virtual de produtos — imagine provar roupas digitalmente com um avatar que replica suas medidas exatas — ou assistentes de IA que negociam preços em tempo real com base na demanda individual e na disposição de pagar. Sistemas de edge computing permitirão processamento de dados diretamente em dispositivos como smartphones ou caixas inteligentes, reduzindo latência e aumentando a responsividade. Além disso, a IA generativa já está sendo usada para criar descrições de produtos, campanhas de marketing, respostas a feedbacks de clientes e até embalagens personalizadas, escalando a customização para níveis antes impraticáveis.

Desse modo, a personalização extrema não é um luxo, mas uma necessidade em um mercado onde os clientes esperam ser entendidos como indivíduos únicos e no qual a concorrência é global e absolutamente implacável. A inteligência artificial, ao unir eficiência operacional e profundidade analítica, permite que o varejo transcenda a transação comercial para se tornar uma relação contínua e adaptativa, única. Desde a previsão de demanda até a entrega na porta do cliente, cada elo da cadeia é potencializado por algoritmos que aprendem, preveem e personalizam.

O desafio, agora, é garantir que essa revolução seja inclusiva, ética e, acima de tudo, humana — afinal, mesmo a tecnologia mais avançada deve servir para aproximar, e não alienar, pessoas.

Anitta vs. Nubank vs. Mercado Pago: caso expõe os riscos contratuais em parcerias com celebridades

O recente movimento de Anitta, que deixou o Nubank para se tornar embaixadora do Mercado Pago, destaca um ponto crucial para as empresas que contratam celebridades e influenciadores: os riscos jurídicos e as falhas contratuais que podem surgir em cenários de transição entre concorrentes diretos. O episódio vai além de uma simples troca de parcerias de marketing; ele expõe vulnerabilidades jurídicas em como as empresas estruturam seus acordos com figuras públicas.

A principal lição extraída desse caso é a falha no planejamento de proteções contratuais eficazes, particularmente nas áreas de não-concorrência, confidencialidade e restrições ao marketing comparativo. Quando empresas não asseguram que seus contratos abordem adequadamente essas questões, estão não apenas colocando em risco sua reputação, mas também expondo-se a perdas financeiras e litígios. A resposta do Mercado Pago, que utiliza marketing diretamente comparativo, é um exemplo claro de como a falta de uma cláusula robusta pode resultar em consequências imprevistas.

Uma das maiores falhas evidentes no caso da transição de Anitta foi a ausência de uma cláusula de não-concorrência pós-contratual eficaz. Empresas que contratam celebridades precisam estabelecer restrições claras sobre as atividades que são vedadas após o término da relação, incluindo a duração e a abrangência geográfica da proibição. Esse mecanismo protege a marca contra o risco de competição desleal ou de utilização indevida da influência da celebridade para promover diretamente o concorrente.

O mercado financeiro tem se tornado um dos principais setores a adotar o marketing de influência. Tradicionalmente conservador, o setor tem migrado para estratégias mais agressivas e personalizadas, o que exige contratos mais bem estruturados. Dados da Associação Brasileira de Anunciantes apontam que os investimentos em marketing de influência no setor financeiro cresceram 210% nos últimos três anos, atingindo mais de R$ 800 milhões em 2024.

Outro ponto crítico, no caso de Anitta, é a proteção quanto ao uso de informações confidenciais. Quando figuras públicas são inseridas nas estruturas corporativas das empresas, especialmente como membros de conselhos ou acionistas, o risco de vazamento de informações confidenciais se torna real. Anitta teve acesso a dados estratégicos do Nubank durante seu tempo como conselheira da empresa, o que exige a implementação de mecanismos que protejam essas informações.

No entanto, a jurisprudência brasileira tem sido cautelosa ao validar essas cláusulas. Embora as empresas possam restringir atividades concorrenciais, a restrição não pode ser excessiva. Deve ser razoável em termos de tempo e geografia, a fim de não prejudicar indevidamente a liberdade econômica da celebridade. Além disso, a compensação adequada durante o período de restrição é essencial para garantir a validade dessas cláusulas. Será que o Mercado Pago tomou esses cuidados?

Com esse crescimento do marketing de influência no setor financeiro, a necessidade de cláusulas contratuais mais robustas, que protejam as empresas de riscos jurídicos, aumenta significativamente. A transição de Anitta exemplifica a urgência de revisar e aprimorar os acordos jurídicos, ajustando-os às novas dinâmicas do mercado de influenciadores, que contemplem cláusulas de não-concorrência, confidencialidade e restrições ao marketing depreciativo. Esses mecanismos não apenas protegem a marca, mas também ajudam a minimizar os riscos relacionados a mudanças inesperadas e à migração de celebridades para concorrentes diretos.

*Pâmela Adamy Rocha é Gestora Jurídica na SAFIE Consultoria Empresarial, advogada especializada em Direito Contratual e Tecnologia.

Como campanhas inteligentes estão superando redes sociais em resultados?

O marketing digital está passando por uma reconfiguração silenciosa, mas profunda. Por muito tempo, as redes sociais dominaram o debate sobre presença digital, engajamento e conversão. No entanto, campanhas inteligentes como o e-mail marketing personalizado, ações com dados próprios (first-party data) e funis automatizados, vêm se mostrando mais eficazes em conversão, fidelização e retorno sobre investimento (ROI).

Uma pesquisa do EmailToolTester revelou que o e-mail marketing tem um ROI médio de 4.400%, superando significativamente o desempenho médio das campanhas em redes sociais. Já segundo dados do Porch Group Media, a taxa de conversão via e-mail marketing pode ser até seis vezes maior que a de publicações orgânicas no Instagram ou Facebook, plataformas que hoje enfrentam uma queda de alcance orgânico por conta de mudanças constantes nos algoritmos.

“Depender exclusivamente das redes sociais hoje é como construir sua casa num terreno alugado. A qualquer momento, a regra muda e o seu alcance some”, alerta Leandro Ferrari, estrategista digital e mentor de negócios. “Campanhas baseadas em dados próprios e nutrição de leads garantem mais controle, previsibilidade e principalmente, resultados reais para o negócio.”

Enquanto as redes sociais continuam sendo importantes para visibilidade e relacionamento superficial, elas vêm perdendo espaço para estratégias com foco em dados, segmentação e relacionamento direto. O e-mail marketing, por exemplo, permite que marcas falem diretamente com consumidores interessados, sem depender dos algoritmos para “entregar” a mensagem. Quando bem estruturadas, essas campanhas oferecem não apenas altas taxas de abertura, mas também cliques e ações concretas.

Para Ferrari, o diferencial está em criar jornadas de comunicação mais profundas e personalizadas. “As redes sociais podem chamar a atenção, mas o e-mail bem planejado conduz a decisão. Ele chega no momento certo, com a mensagem certa, para a pessoa certa. Isso é ouro no digital.”

Outra vantagem dessas campanhas é a autonomia, ao capturar dados com consentimento, como nome, e-mail e interesses, as empresas constroem um ativo que independe das regras de terceiros. Isso se tornou ainda mais relevante com o fim dos cookies de terceiros e o aumento das restrições de privacidade.

“A estratégia vencedora hoje é aquela que combina inteligência com autonomia. Não adianta só investir em tráfego pago ou ‘viralizar’ um vídeo. O jogo é construir relacionamento de longo prazo com quem já demonstrou interesse”, diz Ferrari.

E não se trata apenas de usar e-mails. Estratégias como fluxos automatizados, conteúdos educativos e segmentações baseadas no comportamento do usuário tornam a comunicação mais relevante e menos intrusiva. Isso fortalece a autoridade da marca, aumenta a taxa de recompra e reduz o custo por aquisição (CPA).

“A automação não é sobre robotizar o contato, mas sim humanizar a jornada com inteligência”, comenta Ferrari. “Você consegue entregar valor contínuo sem precisar forçar a venda o tempo todo. Isso gera confiança, e a confiança vende.”

No cenário atual, onde o custo por clique em plataformas sociais está aumentando e o alcance orgânico está diminuindo, empresas que desejam escalar com consistência estão redirecionando seus esforços para o que realmente converte. E isso passa, necessariamente, por estratégias inteligentes, sustentadas por dados, personalização e controle sobre os próprios canais.

As redes sociais continuam sendo importantes, mas não são mais o centro da estratégia. “O futuro do marketing digital está em campanhas que combinam dados próprios, segmentação inteligente e automação. Isso dá escala com consistência, e não com sorte”, finaliza Leandro Ferrari.

Retail media: apps são máquinas de gerar receita para farmácias, supermercados e pet shops

O varejo nunca mais será o mesmo. A ascensão meteórica do retail media — a venda de espaços publicitários dentro de canais próprios, como apps e sites — está transformando apps móveis em verdadeiras máquinas de receita. Se antes as lojas dependiam unicamente das margens de venda, hoje elas têm nas mãos um novo ativo: sua audiência digital. Farmácias, supermercados e pet shops estão na linha de frente dessa revolução, aproveitando a força dos aplicativos nativos para criar um canal direto, engajado e altamente monetizável. 

Em plena ascensão, o mercado global de retail media deve alcançar US$ 179,5 bilhões até 2025, de acordo com uma pesquisa realizada pela Criteo em parceria com a Coresight Research. No Brasil, o investimento no setor acompanha a expansão global, que já supera US$ 140 bilhões e deve ultrapassar US$ 280 bilhões até 2027, segundo projeções da eMarketer. 

App como novo canal de mídia 

Nos últimos anos, os aplicativos móveis deixaram de ser apenas ferramentas transacionais e passaram a ocupar papel central na jornada de compra. Seu uso frequente, aliado à capacidade de coletar dados comportamentais com precisão, cria um ambiente ideal para ativação de mídia hiperpersonalizada. Enquanto os sites ainda são amplamente utilizados como espaço publicitário, os apps oferecem vantagens adicionais: maior tempo de navegação, menor concorrência visual e possibilidade de uso de notificações push como inventário publicitário. 

A personalização em tempo real é o maior trunfo desse modelo. Ao contrário da mídia tradicional (como Google e redes sociais), os varejistas têm acesso ao comportamento real de compra dos clientes — o que consomem, com que frequência, e até onde estão fisicamente. Essa granularidade faz com que as campanhas desse tipo sejam, em média, 2x mais eficazes em conversão.  

Por que os apps móveis são a nova mina de ouro do retail media? 

  • Uso frequente: apps de farmácias e supermercados registram, segundo a SimilarWeb, entre 1,5x e 2,5x mais sessões mensais por usuário do que o site. 
     
  • Ambiente proprietário: no app, todo o espaço é da marca — sem distrações, sem concorrência direta, aumentando a visibilidade dos anúncios. 
     
  • Push notifications: os pushes viram um novo inventário publicitário. Campanhas de fornecedores podem ser comercializadas usando notificações personalizadas e até geolocalizadas. 
     
  • Segmentação avançada: com dados comportamentais, o app permite campanhas muito mais precisas, com mensagens que fazem sentido no contexto de uso (ex.: lembrar o cliente da vacina antirrábica durante a renovação do plano pet). 
     

Além disso, enquanto os banners de sites são frequentemente ignorados ou bloqueados, os espaços dentro de apps — como vitrines patrocinadas e pop-ups nativos — têm taxas de visualização até 60% maiores, segundo estudo da Insider Intelligence. 

Principais players e plataformas no Brasil 

O mercado brasileiro está organizado atualmente em duas frentes principais: as plataformas de e-commerce que operam seus próprios ecossistemas de mídia e as ferramentas especializadas que possibilitam a monetização dos canais de outros varejistas. Entre as primeiras, destacam-se Amazon Ads, líder global com inventário robusto em seu app e site; Mercado Livre Ads, forte em toda a América Latina, com formatos integrados à jornada de compra; Magalu Ads, que vem expandindo sua atuação no marketplace e aplicativo; e Vtex Ads, maior consolidadora de Retail Media da América Latina. 

Embora grandes varejistas brasileiros como RaiaDrogasil, Panvel, Pague Menos, GPA (Pão de Açúcar e Extra) e Casas Bahia já atuem com retail media por meio de vitrines patrocinadas em seus sites, o uso estratégico dos aplicativos móveis ainda é uma oportunidade pouco explorada. Esses apps, que já concentram alto engajamento dos consumidores, podem ser transformados em canais de mídia premium, com inventário próprio e grande potencial de conversão. O ambiente mobile oferece um campo fértil para ações mais personalizadas e relevantes.  

No setor farmacêutico, por exemplo, é possível desenvolver campanhas sazonais para medicamentos como antigripais e repelentes, além de parcerias com laboratórios para divulgar vacinas e exames rápidos. Supermercados podem explorar ofertas patrocinadas de marcas líderes, vitrines para lançamentos e campanhas geolocalizadas, especialmente voltadas a itens perecíveis. Já os pets shops podem investir em promoções cruzadas envolvendo rações, acessórios e planos de saúde animal, com ativações baseadas no histórico de consumo do pet. 

Se há alguns anos ter um app era uma vantagem competitiva, hoje ele se tornou um verdadeiro ativo estratégico. Para farmácias, supermercados e pet shops, investir em retail media por meio de aplicativos não representa apenas uma nova fonte de receita — é uma mudança de paradigma, em que cada cliente se transforma em uma oportunidade concreta de monetização.

Estudo anual da Descartes revela crescimento nas compras online, mas 67% dos consumidores enfrentam problemas com entregas

A Descartes Systems Group, empresa global que conecta empresas com operações logísticas intensivas ao comércio, divulgou os resultados de seu terceiro estudo anual de percepção do consumidor sobre entregas no comércio eletrônico, intitulado “As compras online crescem, mas muitos consumidores ainda enfrentam problemas com entregas”.

O levantamento mostra que 39% dos entrevistados realizaram mais compras online no período analisado este ano em comparação ao ano passado e que 57% passaram a comprar em pelo menos uma nova categoria de produtos. Apesar do aumento no volume e na frequência das compras online em todos os grupos demográficos, 67% dos consumidores relataram ter enfrentado problemas com entregas.

O estudo também aponta que os problemas com entregas podem representar uma barreira para futuras compras online. Quando perguntados sobre o que os desestimularia a comprar mais pela internet, 21% citaram experiências negativas com entregas, 20% afirmaram que as entregas não são confiáveis e 17% disseram estar insatisfeitos com o processo de entrega. Além disso, 63% daqueles que enfrentaram problemas com entregas tomaram alguma ação que resultou em consequências negativas para o varejista ou para a empresa de logística (veja a Figura 1).

Figura 1: Ações dos consumidores diante de problemas com entregas

Fonte: Descartes & SAPIO Research

“Embora o terceiro ano deste estudo aponte pequenas melhorias ano após ano em diversas áreas relacionadas ao desempenho das entregas residenciais, o nível de insatisfação dos consumidores ainda é elevado”, afirma Chris Jones, EVP da Descartes para a Indústria. “Um desempenho medíocre e experiências inconsistentes de entrega são problemas solucionáveis. Já existem estratégias comprovadas no mercado, boas práticas operacionais e soluções tecnológicas que varejistas e empresas de entrega podem adotar para oferecer uma experiência de entrega eficiente, adaptada às preferências do consumidor”, finaliza o executivo.

A pesquisa foi conduzida pela Descartes em parceria com a SAPIO Research, com 8.000 consumidores da Europa e América do Norte, e analisou o comportamento de compra online durante os três primeiros meses de 2024. O objetivo foi obter uma visão abrangente do estado atual do e-commerce e do desempenho das entregas domiciliares, compreendendo, por exemplo, os motivos para o aumento ou queda nas compras online, os tipos de produtos adquiridos, a frequência de compras, as preferências de entrega, as experiências vivenciadas e o impacto das falhas de entrega sobre os varejistas e seus parceiros logísticos. O estudo também avalia como o comportamento e a percepção dos consumidores variam de acordo com o perfil demográfico.

Para acessar o relatório completo, leia: “As compras online crescem, mas muitos consumidores ainda enfrentam problemas com entregas”.

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