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    Como a inteligência financeira define os vencedores no varejo moderno

    Em um cenário onde a inovação no varejo parece ser sinônimo de novos canais de venda, experiências imersivas e marketing digital agressivo, muitos gestores negligenciam o verdadeiro motor que sustenta a operação: o fluxo de caixa. Enquanto a atenção se volta para a vitrine, nos bastidores, uma gestão financeira ineficiente pode silenciosamente minar a sustentabilidade e o crescimento de qualquer negócio, do pequeno lojista à grande rede.

    No dia a dia, a energia do varejista é consumida pela operação: gerenciar estoque, treinar a equipe, atender clientes e, claro, vender. Essa dedicação é vital, mas frequentemente leva à armadilha de observar apenas dois indicadores: o faturamento e o saldo na conta. A crença de que “se as vendas estão altas, o negócio está bem” mascara um perigoso descompasso entre o que se vende e o que efetivamente entra no caixa.

    O problema se agrava com a complexidade do ecossistema de pagamentos. Vendas parceladas, taxas de adquirentes, tarifas bancárias e prazos de recebimento variados transformam a conciliação financeira em um quebra-cabeça. A situação se torna ainda mais delicada quando lembramos que, enquanto os recebíveis entram no caixa em 30, 60 ou até 120 dias, os pagamentos a fornecedores costumam ser à vista ou em prazos muito mais curtos. Esse descompasso impõe um grande desafio na gestão do fluxo de caixa. Muitos ainda dependem de planilhas complexas ou controles manuais, processos suscetíveis a erros que geram retrabalho, perdas financeiras e, o mais grave, dificultam uma tomada de decisão ágil e baseada em dados.

    O poder da previsibilidade em um mercado volátil
    A virada de chave não está apenas em controlar o que já aconteceu, mas em antecipar o futuro. Ter a previsibilidade do fluxo de caixa para os próximos 30, 60 ou 90 dias é o que separa a gestão reativa da gestão estratégica. Com essa visibilidade, as decisões deixam de ser baseadas em intuição e passam a ser fundamentadas em dados concretos.

    Imagine poder identificar uma potencial quebra de caixa com semanas de antecedência. Isso permite negociar um crédito com melhores condições, planejar promoções para acelerar a entrada de receita ou renegociar prazos com fornecedores. Da mesma forma, em momentos de alta, a previsibilidade garante a assertividade para decidir se é o momento certo para abrir uma nova loja, investir em estoque ou ampliar a equipe. Em suma, a previsibilidade de caixa é a base para a liberdade de decidir.

    A automação como aliada estratégica

    É aqui que a tecnologia se revela uma aliada indispensável. Ferramentas de automação e inteligência financeira são capazes de integrar dados de vendas, contas a pagar e a receber, e extratos bancários em uma visão única e consolidada. A complexa teia de recebimentos parcelados, uma característica desafiadora do varejo brasileiro, deixa de ser um trabalho manual exaustivo e se torna um processo automatizado e confiável.

    Essas plataformas eliminam o trabalho operacional de conferir cada transação, mas seu valor vai muito além. Elas aumentam a visibilidade do negócio, reduzem perdas com taxas indevidas e liberam o ativo mais valioso de qualquer gestor: o tempo. Com dados precisos e fáceis de interpretar, o empreendedor pode se dedicar a pensar estrategicamente o futuro da empresa.

    Para os negócios que ainda operam com base em controles manuais, o primeiro passo é uma mudança de mentalidade. É fundamental entender que automatizar é uma necessidade para garantir assertividade e eficiência. Contudo, a ferramenta por si só não faz milagres, é preciso disciplina. A tecnologia entrega os dados, mas cabe ao gestor o hábito de analisar o caixa todos os dias.

    O futuro da gestão: da automação à predição

    Estamos apenas no início dessa transformação. A inteligência artificial e a análise preditiva já começam a ser aplicadas para elevar a gestão financeira a um novo patamar. Em breve, os sistemas não apenas mostrarão o que vai acontecer, mas também irão sugerir ações para otimizar resultados ou evitar problemas, com base no histórico de vendas e custos de cada empresa. Para que isso seja possível, no entanto, é fundamental ter dados estruturados e confiáveis.

    Outro ponto importante, é a chegada da Reforma Tributária, que pode demandar uma análise mais profunda e fora do alcance do conhecimento do varejista. Neste âmbito, um olhar profissional e inteligente torna-se essencial para manter a vida da empresa e evitar erros e falhas que comprometem a saúde financeira do negócio.

    À medida que o varejo avança para uma era marcada por múltiplos canais, integrações digitais e demandas tributárias mais complexas, a inteligência financeira deixa de ser um diferencial competitivo para se tornar um pilar de sobrevivência. Vencer no novo ciclo do varejo significa, mais do que nunca, unir tecnologia, previsibilidade e disciplina. E quem conseguir transformar dados em decisões (com consistência) estará à frente, não apenas em desempenho, mas em perenidade.

    Luiz Saouda, CTO e co-fundador da F360

    Responsável pelo gerenciamento, planejamento e suporte técnico e de negócios para os times de tecnologia, além de ser corresponsável pelas áreas de produto e dados e ajudar a cuidar da segurança digital da empresa. Sua atuação garante que as soluções da empresa atendam às necessidades dos clientes com eficiência e qualidade. Possui bacharelado em Sistemas da Informação pelo Centro Universitário Eniac.

    Lollapalooza 2026: Veja dicas para evitar golpes na compra de seus ingressos

    O Lollapalooza 2026, um dos eventos musicais mais aguardados no Brasil, acaba de anunciar seu line-up oficial e iniciar a venda de ingressos. A cada ano, milhares de fãs correm para garantir suas entradas, transformando a compra online em um momento de alta demanda e, consequentemente, um cenário ideal para cibercriminosos.

    Um fator que aumenta a vulnerabilidade dos usuários é o hábito de salvar dados bancários em aplicativos ou sites de compra de ingressos. Embora isso possa agilizar futuras transações, também torna essas informações um alvo valioso para criminosos. Se uma dessas plataformas for comprometida, os dados das vítimas ficam expostos e podem ser vendidos em fóruns clandestinos.

    A revenda de ingressos em redes sociais e canais não oficiais também faz parte do problema. Golpistas costumam prometer ingressos rápidos e com preços atrativos que muitas vezes são entradas falsas. Na maioria dos casos, o comprador descobre tarde demais que foi enganado. É comum nesses golpes que o pagamento seja feito diretamente ao criminoso, por meio de PIX, QR code ou contas em fintechs, onde a vítima não tem como recuperar seu dinheiro, muito menos entrar no festival.

    A falta de preparo digital torna essas ameaças ainda mais perigosas. Segundo um estudo da Kaspersky, 14% dos brasileiros não sabem identificar um e-mail ou mensagem fraudulenta e 27% não conseguem reconhecer um site falso. Este cenário revela como é fácil para os criminosos se aproveitarem da emoção dos fãs para benefício próprio.

    “Os cibercriminosos se aproveitam da expectativa gerada pelos grandes festivais para aplicar diferentes tipos de golpes. A demanda continua alta, o que os torna um alvo perfeito para roubo de informações. Eles não apenas buscam atacar diretamente as plataformas de venda, mas também criam páginas falsas que imitam os portais oficiais ou até perfis enganosos nas redes sociais para oferecer supostas revendas. No meio da emoção de garantir um lugar no evento, muitos usuários entregam seus dados sem cuidado. Por isso, é fundamental proteger o dinheiro e as informações pessoais, e sempre verificar a legitimidade dos sites onde as compras são feitas”,afirma Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.

    A combinação de educação digital e soluções de cibersegurança se torna a melhor defesa. A cautela na hora de comprar e o uso de tecnologias feitas para proteger as informações pessoais permitem que os fãs curtam o festival sem se preocupar com fraudes ou perda de dinheiro.

    Os especialistas da Kaspersky compartilham as seguintes dicas para você proteger seus cartões e ingressos para este e outros shows:

    • Não salve seu cartão nas plataformas de venda de ingressos. Embora pareça prático, deixar os dados registrados pode colocá-lo em risco se o site for invadido. O mais seguro é inserir os dados a cada compra. Para agilizar o processo, os gerenciadores de senhas oferecem uma alternativa segura para salvar e preencher as informações automaticamente.
    • Configure alertas de consumo no seu banco. Receber notificações imediatas por SMS ou e-mail permite que você tenha controle sobre cada movimentação feita com seu cartão. Dessa forma, qualquer cobrança não autorizada pode ser detectada rapidamente.
    • Desconfie de promoções inesperadas. E-mails, mensagens de texto ou chats no WhatsApp que prometem descontos especiais geralmente são tentativas de golpe. Nunca forneça dados pessoais ou bancários sem antes confirmar as informações nos canais oficiais do festival ou da empresa de ingressos.
    • Use cartões virtuais para maior segurança e evite pagar pelo PIX. Esse tipo de cartão gera um código de segurança temporário que muda a cada transação, o que reduz consideravelmente a chance de que criminosos usem suas informações em outras fraudes. Evite pagar no PIX visto que é mais difícil reaver o dinheiro caso seja uma fraude.
    • Tenha uma proteção de cibersegurança. Uma solução como o Kaspersky Premium protege seus dados pessoais, pagamentos online, conexões não autorizadas a outros dispositivos, além de proteger sua identidade.

    Preparação estratégica garante vantagem competitiva em datas como Black Friday e Natal

    Na Black Friday de 2024, o comércio brasileiro experimentou forte recuperação. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o faturamento no varejo físico cresceu 17,1%, enquanto no e-commerce houve alta de 8,9%, movimentando mais de R$ 9 bilhões apenas no fim de semana de promoções. Ainda de acordo com a entidade, o número de pedidos aumentou cerca de 14%, alcançando 18,2 milhões em todo o país. O Natal também apresentou resultados expressivos. O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) registrou aumento de 5,5% nas vendas em shoppings, movimentando R$5,9 bilhões na semana de 19 a 25 de dezembro. No varejo ampliado — que inclui lojas físicas e online — o crescimento foi de 3,4%, puxado por setores como supermercados (6%), drogarias (5,8%) e cosméticos (3,3%). Já o comércio eletrônico, segundo a Ebit|Nielsen, alcançou um Natal recorde, movimentando aproximadamente R$26 bilhões, com ticket médio de R$526, o que representou um avanço de 17% em relação ao ano anterior.

    Em datas de alto impacto comercial, como Black Friday e Natal, não é apenas sorte que define o sucesso das vendas, e sim um planejamento consistente. Nesses períodos, que fogem do nível normal de negócios da empresa, saber quanto e onde investir ao longo da cadeia de valor se torna um diferencial para garantir vendas a preços competitivos obtendo margens superiores que cobrem os investimentos e agregam mais valor ao acionista. Essa é a proposta do livro Box da Demanda, lançado pelo Instituto Aquila e escrito pelos autores Raimundo Godoy, Fernando Moura e Vladimir Soares. A obra apresenta uma metodologia inovadora de gestão, voltada para antecipar o futuro e gerar valor para os negócios. O livro destaca que com uma atuação integrada da força de vendas e uma análise cuidadosa do mercado, as empresas podem garantir uma previsibilidade comercial que servirá como base para todas as operações.

    De acordo com Fernando Moura, consultor sócio do Aquila e coautor do Box da Demanda, prever o mercado é um desafio, mas também uma necessidade. “Ainda que o mercado pareça imprevisível, é possível organizar informações e prever o futuro usando dados de forma correta. No varejo, se a empresa não conseguir olhar para o futuro, dificilmente vai se adaptar a ele. O marketing estratégico é fundamental para entender o comportamento do consumidor e antecipar o futuro, enquanto o marketing tático, a médio prazo, garante decisões assertivas sobre produto, preço, praça e promoção. Tudo isso com foco em conhecer profundamente o cliente”, afirma.

    A metodologia Box da Demanda fornece um roteiro prático para que empresas se organizem de forma integrada e antecipem o comportamento do consumidor, se tornando mais eficientes e lucrativas. Para Vladimir Soares, consultor sócio do Aquila e também coautor da obra, a preparação vai além das estratégias de mercado: é preciso olhar para dentro da empresa. “O estoque é o regulador da dinâmica de qualquer negócio. A partir da previsão de demanda, é possível dimensionar insumos, mão de obra e equipamentos, melhorando a eficiência produtiva. A integração entre marketing, vendas, logística e fornecedores é essencial para garantir que o produto esteja disponível quando o cliente deseja. E nada disso funciona sem o papel do líder, que deve ser o exemplo, capacitar sua equipe e manter o foco no cliente final. Esse é o verdadeiro diferencial competitivo”, destaca.

    A obra mostra como antecipar o mercado por meio do marketing estratégico, diagnosticar a estrutura interna da empresa para verificar a capacidade de atender à demanda, integrar áreas como marketing, vendas, suprimentos, logística e tecnologia, e mensurar os resultados por meio de indicadores de produtividade, custos e rentabilidade. Segundo os autores, a preparação é o verdadeiro diferencial competitivo em datas como Black Friday e Natal. Empresas que analisam cenários, integram áreas e trabalham com indicadores conseguem entregar ao consumidor o que ele deseja, no tempo certo e com a qualidade esperada.

    Dicas do Box da Demanda para preparar sua empresa para datas estratégicas:

    • Antecipe o mercado:  use dados e histórico de vendas para prever tendências e alinhar estratégias de marketing e preços.
    • Analise a estrutura interna: avalie se a empresa tem condições de atender ao aumento da demanda, desde o estoque até a equipe de atendimento.
    • Integre as áreas: garanta que marketing, vendas, logística, suprimentos e tecnologia trabalhem de forma coordenada, com foco no cliente final.
    • Monitore indicadores em tempo real: acompanhe produtividade, custos e rentabilidade durante o período promocional, ajustando rapidamente quando necessário.
    • Lidere pelo exemplo: engaje sua equipe, capacite colaboradores e mantenha o foco em oferecer a melhor experiência para o consumidor.

    Empresas que investem em hiperpersonalização já registram aumento de 10% a 15% na receita total

    Você pode não perceber, mas a forma como as empresas falam com você mudou — e muito. Do “Olá, como posso ajudar?” ao “Tudo certo com seu pedido de ontem?”, a personalização no atendimento digital deixou de ser um agrado e virou ponto de sobrevivência no varejo.

    Segundo a consultoria Gartner, até o final de 2025, 80% de todas as interações entre marcas e clientes serão totalmente personalizadas. Isso explica por que, no Brasil, 70% das lojas virtuais já usam inteligência artificial para entregar uma experiência de compra mais fluida, precisa e próxima. O dado está no relatório CX Trends 2025, que também mostra o quanto isso importa: 68% dos consumidores brasileiros dizem que só compram onde sentem que foram realmente entendidos.

    “Personalização não é mais um diferencial. É uma exigência do cliente. E, mesmo com IA, o toque humano ainda é decisivo”, diz Alberto Filho, CEO da Poli Digital, empresa especializada em automação de canais de atendimento. Para ele, unir tecnologia e empatia é a chave da fidelização: “Chatbots agilizam tarefas simples. Mas só gente entende gente”.

    A estratégia da Poli Digital, por exemplo, combina atendimento híbrido, monitoramento contínuo da jornada do consumidor e gestão de reputação. E os dados mostram que isso dá retorno: estudo da McKinsey indica que negócios com foco em hiperpersonalização já observam saltos de 10% a 15% na receita.

    Mas não é só sobre conversar bem: é sobre vender melhor. Uma pesquisa da Ecglobal mostra que 86% dos consumidores compram online ao menos uma vez por mês, e que 79% valorizam conveniência, enquanto 78% escolhem lojas com mais variedade de opções. Ou seja, experiência também é praticidade.

    “Ferramentas como provador virtual, compra via catálogo e pagamento centralizado fazem diferença. Elas reduzem atrito e aumentam conversão”, explica Alberto.

    Outro recurso que vem ganhando tração são as pesquisas de satisfação automatizadas via chatbot. Enviadas imediatamente após o atendimento por canais digitais, essas interações permitem identificar pontos críticos em tempo real e promover ajustes operacionais com agilidade, sem impactar o fluxo de atendimento. “Essa abordagem fornece insumos valiosos para tomadas de decisão mais precisas na melhoria contínua da experiência do cliente, com eficiência e escalabilidade.”

    O CEO da Poli alerta que as empresas que negligenciam esse fator correm o risco de perder o cliente antes mesmo do primeiro “bom dia”. “Em um cenário em que a experiência do usuário determina a lealdade à marca, cada ponto de contato — inclusive o primeiro cumprimento — deve ser cuidadosamente planejado para gerar valor imediato.”

    Jean Laurent Poitou é nomeado CEO da Ipsos

    O Conselho de Administração da Ipsos confirmou a nomeação de Jean-Laurent Poitou como novo CEO, substituindo Ben Page, cujo mandato expirará em 15 de setembro.

    O Conselho considera que o mercado atendido pela Ipsos é significativo e dinâmico. A exigência das empresas e das instituições públicas de obter, o mais rapidamente possível, todos os dados relativos ao seu ambiente, aos seus mercados, aos seus concorrentes, ao seu desempenho e às suas oportunidades continua a ser forte. No entanto, essa demanda está evoluindo. Os clientes da Ipsos devem continuar a ter acesso a informações confiáveis, produzidas com segurança e analisadas com precisão – mas em prazos significativamente mais curtos, independentemente da fonte: sejam as próprias pessoas – cidadãos, clientes, consumidores – ou modelos digitais. Esses modelos tornaram-se possíveis e relevantes com o aumento da digitalização de dados e a aceleração das tecnologias de inteligência artificial e precisam ser tratados com o rigor que caracteriza a Ipsos.

    O Conselho acredita que a Ipsos, graças à sua escala, à experiência de suas equipes, à sua cobertura geográfica, à diversidade de seus serviços e à confiança expressa muitas vezes por seus clientes, está idealmente posicionada para atender a essas necessidades e, portanto, recuperar uma trajetória de crescimento superior à registrada nos últimos anos.

    O Conselho reconhece o trabalho realizado por Ben Page a esse respeito desde sua nomeação como CEO da Ipsos em 15 de novembro de 2021. No entanto, decidiu nomear um novo CEO, com o objetivo de dar à Ipsos e suas equipes o impulso necessário para adotar e implementar um plano de crescimento realista e confiável.

    Jean Laurent Poitou é engenheiro e graduado pela École Polytechnique. Ele está familiarizado com tecnologias emergentes, particularmente inteligência artificial, e especialmente com métodos que facilitam sua implementação dentro das empresas. Ele passou mais de 30 anos na Accenture, na Europa, bem como nos Estados Unidos e na Ásia, onde ocupou cargos de gerência internacional sênior. Nos últimos quatro anos, ele liderou a prática de “Serviços Digitais e de Tecnologia” na Alvarez & Marsal na Europa, Oriente Médio e África. Nessas duas empresas de serviços profissionais, Jean Laurent apoiou inúmeras empresas em suas iniciativas de transformação digital, modernização tecnológica e inteligência artificial.

    A Ipsos pretende e demonstrará sua capacidade de desempenhar um papel ativo na transformação de sua indústria, uma necessidade diante dos desafios enfrentados por empresas e instituições em todo o mundo. A Ipsos fortalecerá sua liderança, desde que implante seus novos recursos para produção, análise e relatórios rápidos de dados sem demora.

    O Conselho deseja agradecer a Ben Page por suas conquistas nos últimos anos.

    Ben Page disse: “Tendo passado 38 anos na Ipsos, ingressando na MORI (agora Ipsos UK) como trainee e, posteriormente, passando muitos anos como CEO dos negócios no Reino Unido e na Irlanda e, desde 2021, CEO global da Ipsos, agora é um bom momento para entregar as rédeas aos 60 anos. Estou muito orgulhoso do que conquistamos na Ipsos nas últimas décadas. Em muito poucas outras empresas, você viajaria pelo mundo, trabalharia com presidentes e primeiros-ministros e com algumas das maiores empresas do mundo e faria amizades duradouras com tantos clientes e colegas.”

    O Conselho dá as boas-vindas a Jean Laurent Poitou, confiante de que, junto com os milhares de profissionais que trabalham na Ipsos, ele liderará com sucesso sua transformação. Sua experiência científica e técnica, experiência em gestão internacional e conhecimento de mercados e negócios são ativos essenciais que ajudarão a Ipsos a alcançar suas ambições.

    Jean Laurent Poitou declarou: “Estou muito satisfeito e determinado a liderar a Ipsos no próximo capítulo de seu crescimento, à medida que a empresa se aproxima de cinquenta anos de liderança de mercado excepcional, expansão global e diversificação de serviços por meio de aquisições e inovação. Vou aproveitar minha experiência em crescimento e inovação na Europa, Ásia-Pacífico e em todo o mundo nas principais empresas de serviços profissionais para acelerar o desenvolvimento da Ipsos. Sei que a reputação da Ipsos com seus clientes, a qualidade e o comprometimento de suas equipes e as iniciativas existentes que alavancam a inteligência artificial e a tecnologia para obter vantagem competitiva são bases sólidas sobre as quais podemos construir para transformar a empresa. Construiremos para nossos clientes uma empresa de pesquisa de mercado e opinião cada vez mais diferenciada, movida por ciência, tecnologia, inteligência artificial, mantendo-nos fiéis aos valores que fizeram o sucesso da Ipsos.”

    Cultura organizacional bem definida é trunfo para o crescimento de PMEs

    Em meio à busca constante por eficiência e diferenciação, pequenas e médias empresas que investem em uma cultura organizacional clara e bem estruturada estão colhendo resultados significativos em produtividade, retenção de talentos e expansão sustentável. A avaliação é de Samuel Modesto, contador, especialista tributário e mentor empresarial, fundador do Grupo SM,  ecossistema que já impactou mais de 450 empresas em 19 estados brasileiros.

    Um levantamento da Gallup aponta que equipes altamente engajadas são 21% mais lucrativas e 17% mais produtivas. Apesar disso, apenas 19% dos executivos acreditam que suas organizações têm a cultura certa, de acordo com estudo da Deloitte. Para Modesto, essa discrepância entre intenção e realidade decorre da ausência de liderança ativa na construção cultural das empresas. “A cultura é o reflexo do que a liderança pratica, estimula e tolera. Ela influencia desde o comportamento das equipes até as decisões estratégicas”, afirma Modesto.

    Segundo ele, empresas que cultivam valores bem definidos e coerentes com a prática cotidiana criam ambientes mais favoráveis ao crescimento. Para o advogado, os  colaboradores não se engajam com um discurso, mas sim com o exemplo. O especialista detalha três pilares fundamentais para consolidar uma cultura organizacional efetiva: clareza nos valores, liderança pelo exemplo e comunicação contínua. “Não adianta colocar os valores na parede se eles não estão no comportamento da liderança e na rotina da equipe”, observa. 

    Ele também defende que cultura forte não é exclusividade de grandes empresas. “Negócios de qualquer porte podem adotar práticas de gestão que fortaleçam o ambiente interno. O segredo está na intencionalidade”, afirma Samuel.

    Além de influenciar o clima organizacional, uma cultura bem construída impulsiona a inovação. Modesto aponta que a liberdade para sugerir ideias, errar e aprender é essencial para o surgimento de soluções criativas. “Ambientes onde as pessoas se sentem seguras para contribuir se tornam mais dinâmicos e resilientes. Isso é vital para o crescimento contínuo”, destaca.

    Casos de expansão bem-sucedida a partir de uma cultura sólida não são raros entre os mentorados do Grupo SM. Em uma das mentoras conduzidas por Modesto, uma empresa familiar do sertão pernambucano passou a integrar reuniões semanais com todos os colaboradores para reforçar valores como excelência, responsabilidade e aprendizado contínuo. O resultado foi um aumento de 28% na produtividade e redução de 40% no índice de rotatividade de funcionários em um ano.

    O mentor defende que o processo de estruturação cultural começa com o mapeamento de crenças e práticas já existentes no negócio, seguido da definição clara de valores e da inclusão desses princípios em treinamentos, rituais internos e planos de desenvolvimento. “A cultura precisa ser ensinada, vivida e reforçada. Ela é a espinha dorsal da empresa”, resume.

    Para 2025, Modesto aposta que empresas com culturas bem desenhadas terão mais vantagem competitiva frente à instabilidade econômica e às mudanças de mercado. “Não se trata apenas de performance, mas de continuidade. Quem sabe quem é, sabe também onde quer chegar  e leva sua equipe junto nessa jornada”, conclui.

    Seis dicas para construir uma marca forte e segura desde o início

    infer assessoria, empresa especializada em assessoria jurídica e de comunicação para empresas de tecnologia e inovação, destaca a importância de planejamento estratégico, proteção legal e estrutura organizacional para empresas em crescimento. Desde o mapeamento do mercado até a formalização de contratos e rebrands, a empresa orienta negócios a reduzir riscos, proteger a marca e manter vantagem competitiva em setores de tecnologia e inovação.

    Segundo Priscila Ferreira, advogada empresarial e especialista em tecnologia e inovação, fundadora da Infer Assessoria, os desafios das startups vão muito além do lançamento de produtos: “Empreender vai muito além de lançar um produto ou serviço. É essencial conhecer profundamente o mercado, formalizar todas as relações comerciais e garantir que a marca esteja protegida juridicamente. Esses cuidados são determinantes para a sustentabilidade e o crescimento de qualquer negócio”, afirma. 

    Com base na experiência da Infer Assessoria, Priscila Ferreira apresenta seis estratégias essenciais para estruturar startups, reduzir riscos e fortalecer a marca: 

    1. Entenda profundamente o mercado

    Antes de lançar qualquer produto ou serviço, empreendedores devem imergir na realidade do público-alvo, acompanhar concorrentes e mapear tendências. Ferramentas como a análise SWOT ajudam a identificar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Conhecer o mercado reduz o risco de produtos irrelevantes e permite segmentações mais precisas. Empresas como Kodak e Blockbuster deixaram de acompanhar mudanças no consumo, servindo de alerta para startups que buscam inovar constantemente. Uma fintech, por exemplo, pode monitorar relatórios de uso de apps de pagamento e focar em nichos não atendidos, garantindo vantagem competitiva antes da concorrência.

    2. Proteja sua marca e cumpra a legislação

    Registrar nome e logotipo junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é tão estratégico quanto definir o CNAE correto ou obter licenças e autorizações necessárias, como as da ANVISA. O registro impede que terceiros usem ou copiem a identidade da empresa. Além disso, operar dentro da lei evita multas e embargos. Um exemplo emblemático: a Disney precisou ajustar o registro do filme “Moana” em alguns países europeus por conflitos prévios, demonstrando que a falta de due diligence gera atrasos e custos adicionais.

    3. Construa uma identidade de marca consistente

    Branding envolve cores, tipografia, iconografia e, principalmente, o tom de voz da marca. Todos os elementos devem refletir a proposta de valor e transmitir credibilidade desde o início. Marcas reconhecidas apenas pela cor, como McDonald’s (vermelho), Coca-Cola (vermelho intenso) e Nubank (roxo), reforçam presença na mente do consumidor e criam conexão emocional. Startups de educação online, por exemplo, podem adotar um tom acolhedor aliado a cores que transmitam segurança, fidelizando usuários interessados em aprendizado remoto.

    4. Formalize todas as relações comerciais

    Sócios, investidores, fornecedores e colaboradores devem ter direitos e deveres claramente definidos em contratos, do acordo de sócios ao NDA. Além disso, cumprir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) fortalece a confiança do usuário. Contratos evitam disputas futuras, NDAs protegem know-how, e o descumprimento da LGPD pode gerar multas e danos à reputação. Ao desenvolver um algoritmo com parceiros, é recomendável firmar NDA e contratos de licenciamento de código, definindo quem detém a titularidade da propriedade intelectual.

    5. Estruture processos internos e cultura organizacional

    Crescimento sem estrutura pode comprometer até as melhores ideias. Ter processos claros para vendas, suporte, desenvolvimento ágil e compliance, além de métricas financeiras, ajuda a manter a qualidade e a reputação da empresa. O caso do Peixe Urbano ilustra como a falta de adaptabilidade operacional levou à falência, mesmo com rápido crescimento inicial. Relatórios periódicos de burn rate e indicadores de satisfação do cliente (NPS) permitem ajustes rápidos no modelo de negócios.

    6. Planeje rebrands e expansões com respaldo jurídico

    Mudanças significativas na identidade visual ou estratégia de mercado exigem atualização de registros de marca, contratos de franquia, acordos societários e, quando necessário, proteção internacional, como o Protocolo de Madri. Rebranding sem cobertura legal expõe a marca a disputas e cópias. Expansões internacionais exigem atenção às legislações locais de propriedade intelectual e proteção de dados. Antes de lançar um aplicativo em outro país, é essencial alinhar cláusulas de privacidade ao GDPR na União Europeia e à LGPD no Brasil, além de registrar a marca em cada jurisdição.

    Construir uma marca forte e segura vai além da criatividade: requer alinhamento entre estratégia de mercado, comunicação consistente e proteção jurídica. Priscila Ferreira reforça que “planejar cada etapa do negócio, desde a criação da marca até a expansão internacional, não é apenas prudência; é um diferencial competitivo que garante credibilidade, solidez e crescimento sustentável ao longo do tempo”.

    Empresas ignoram pedidos de exclusão de dados e viram alvo da ANPD 

    O número de empresas que deixaram de atender aos pedidos de exclusão de dados pessoais disparou no primeiro semestre de 2025, segundo relatório da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). 

    O levantamento aponta um crescimento de 37% nas denúncias de descumprimento do direito previsto no artigo 18 da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Em julho, mês marcado pelo aumento das campanhas de marketing digital e captação de leads em setores como varejo, serviços financeiros e publicidade, a pressão sobre a conformidade cresceu ainda mais.

    De acordo com Edgard Dolata, advogado, empresário e especialista em LGPD, sócio da Legal Comply e professor convidado em programas de educação executiva, a negligência nesse processo representa um risco jurídico e reputacional elevado. “Ignorar o titular não é apenas um erro jurídico. É perder a confiança do cliente e abrir espaço para investigações e sanções da ANPD”, afirma.

    De acordo com Dolata, muitas empresas falham por não terem processos internos eficazes para atender às solicitações de exclusão. A ausência de canais claros de comunicação com os consumidores, o uso de bases de contatos compradas sem consentimento e a falta de rastreabilidade no ciclo de vida dos dados estão entre os erros mais cometidos. “É comum que no entusiasmo das vendas, especialmente em julho, companhias adotem estratégias agressivas, mas ilegais, como disparos de e-mail marketing sem base legal. O problema é que, além de infringir a LGPD, isso compromete a imagem da marca”, explica.

    Sazonalidade

    A ANPD reforça que o descumprimento da exclusão de dados pode resultar em investigações administrativas e multas que chegam a R$ 50 milhões, dependendo da gravidade e reincidência das infrações. Além das penalidades financeiras, a exposição negativa na mídia e a perda de credibilidade junto ao consumidor tornam o risco ainda mais elevado para empresas que tratam dados pessoais de forma irregular.

    Dolata observa que a sazonalidade do inverno também influencia esse cenário. Em julho, o aumento de liquidações e das promoções digitais geram um volume maior de cadastros, tornando os pedidos de exclusão mais frequentes. “As empresas precisam se preparar para esses períodos com processos claros e automatizados. O direito de exclusão é uma garantia legal, não uma gentileza”, reforça.

    O especialista defende que a conformidade com a LGPD deve ser vista como parte de uma estratégia de relacionamento transparente com o consumidor. “Estar em conformidade não é apenas evitar multas. É construir confiança. O cliente que se sente respeitado nos seus dados tem maior probabilidade de continuar comprando daquela marca”, finaliza.

    Novo serviço de entregas nacionais entre Loggi e Uber chega a São Paulo

    A Uber e a Loggi, referência em entregas no Brasil, anunciam a chegada à cidade de São Paulo do novo serviço integrado entre as empresas, o Envio Nacional. O lançamento permitirá que usuários do aplicativo Uber da capital paulista possam fazer envios nacionais de pacotes, sendo a coleta e a entrega realizadas pela operação da Loggi, para mais de 5,5 mil municípios de todo o Brasil.

    Com a chegada em uma das principais cidades do país, as companhias anunciam essa nova fase de expansão do serviço, que poderá alcançar mais de 10 milhões de usuários. O projeto já está em operação piloto desde junho em Campinas (SP) e Curitiba (PR) e a previsão é de seguir ampliando para outros municípios nos próximos meses.

    “Após um período importante de testes, a expansão representa um passo importante da parceria ao oferecer mais uma opção aos clientes para simplificar a experiência de envio nacional de pacotes. Juntando expertises, da Uber em mobilidade e nossa em logística, ampliamos o leque de serviços, permitindo que qualquer pessoa ou empresa se beneficie de soluções rápidas, com qualidade e eficiência no envio de pacotes”, explica Viviane Sales, vice-presidente de Clientes e Receitas da Loggi.

    Entre os principais benefícios do lançamento está a comodidade e praticidade de solicitar envios nacionais sem sair de casa ou da empresa, tudo pelo aplicativo da Uber, contando com o rastreamento de todo o processo, previsibilidade de data de entrega e segurança para envios de longa distância. Para os usuários e empresas clientes, o uso do Envio Nacional ajuda a poupar tempo para focar no que realmente importa.

    “Quando fechamos a parceria com a Loggi, sabíamos que o mercado carecia de uma solução como o Envio Nacional, que atendesse pessoas e empresas de todo o País com mais praticidade e comodidade. Ampliar esse serviço para a maior capital brasileira representa uma nova e importante fase do nosso trabalho, visto que agora milhões de pessoas passam a ter acesso a envios mais rápidos, simples e eficientes”, destaca Marco Cruz, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Uber.

    Como funciona o Envio Nacional

    Pelo aplicativo da Uber, é possível selecionar a opção Envio Nacional para envio de pacotes – incluindo uma ampla diversidade de produtos como moda, cosméticos, artigos esportivos, brinquedos, livros, eletrônicos, perfumaria, acessórios para pet, etc. Os itens serão coletados pela Loggi, entrarão na operação e na malha da empresa, para depois distribuição e entrega nacional.

    Todo o envio poderá ser acompanhado diretamente pelo aplicativo da Uber. Além disso, caso o usuário tenha dúvida ou precise de suporte sobre o pedido, ao acessar uma viagem de Envio Nacional na seção “Atividade” do próprio aplicativo Uber, poderá acionar a Lori, canal da Loggi com Inteligência Artificial Generativa para atendimento conversacional com os clientes, que fornecerá de forma interativa os direcionamentos personalizados para cada caso. Em situações que precisam de acompanhamento mais específico, o usuário será direcionado para os atendimentos humanos para tratativas e resoluções.

    Senior Sistemas anuncia mudanças nas diretorias de Construção e Logística

    A Senior Sistemas anuncia movimentações estratégicas em sua estrutura executiva, reforçando o compromisso de apoiar o crescimento sustentável das empresas atendidas e de fortalecer sua liderança em setores-chave da economia.

    Marcelo Xavier deixa a posição de diretor do Segmento de Construção para se dedicar a projetos de filantropia ligados à ONU, com foco especial em iniciativas voltadas à família. Empreendedor nato e líder visionário, o executivo construiu um legado de impacto e inovação.

    “Sua atuação sempre foi guiada por propósito, e sua decisão de seguir contribuindo com o mundo por meio da solidariedade e do cuidado com as pessoas é mais uma demonstração de sua essência transformadora. A Senior agradece profundamente por cada passo dessa caminhada compartilhada. Seguimos inspirados por sua história e desejamos que essa nova missão seja repleta de realizações”, afirma Hermínio Gastaldi, diretor-executivo de Mercado na Senior.

    “Estar à frente do setor de Construção foi uma experiência enriquecedora. Tivemos progressos relevantes, ampliamos nossa presença e contribuímos para que nossos parceiros evoluíssem em suas jornadas digitais. Saio com o sentimento de dever cumprido e orgulho pelo trabalho realizado junto à equipe”, destaca Xavier. 

    Para sucedê-lo, Marcos Malagola retorna à diretoria da Construção, área em que construiu grande parte de sua trajetória profissional e onde acumula mais de 20 anos de vivência. Até então diretor de Logística, reassume a função trazendo ainda mais robustez e expertise aos desafios do segmento. O novo diretor terá a missão de fortalecer a posição de referência tecnológica da Senior no setor e apoiar o crescimento sustentável dos clientes de Construção.

    “É uma satisfação voltar à Construção, setor que conheço profundamente e pelo qual tenho enorme apreço. Meu foco estará em ampliar a digitalização das construtoras e incorporadoras, aprimorar a performance operacional e apoiar nossos clientes na tomada de decisão com dados consistentes. Estou motivado a impulsionar ainda mais a modernização digital do setor”, destaca Malagola.

    Com a transição, a diretoria de Logística passa a ser liderada por Alexandre Mancini, profissional com mais de 20 anos de atuação no setor de tecnologia e sólida trajetória na Senior. Mancini assume o desafio de dar continuidade ao trabalho desenvolvido, com foco em inovação e em entregar ainda mais valor às empresas de logística.

    “Assumir a Logística é um desafio que me inspira. Trata-se de uma área dinâmica, essencial para a competitividade das companhias e que está em plena evolução tecnológica. Meu objetivo é aproximar cada vez mais as soluções digitais das operações, garantindo integração, performance e resultados tangíveis aos clientes”, reforça Mancini.  

    Com a movimentação, a filial de São Paulo também terá nova liderança: Raissa Delamora assume como head executiva regional, posição anteriormente ocupada por Mancini.

    Essas movimentações reafirmam o compromisso da Senior em manter uma liderança próxima ao setor, fortalecendo a confiança dos parceiros de negócio na continuidade de sua estratégia de inovação e crescimento sustentável.

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