ZačetekNoviceŠkode srednjeročnega in dolgoročnega "Strah pred izklopom"

Srednjeročne in dolgoročne škode “strahu pred izklopom”

Dados recentes do Banco Central mostram que, no primeiro semestre de 2024, o método de pagamento Pix teve mais de 28 bilhões de transações, o equivalente a mais de R$ 11 trilhões transacionados. Tais cifras reforçam o quanto a plataforma se tornou essencial no país, facilitando tanto a vida dos usuários – que não pagam mais taxas para transferir dinheiro – quanto para os comerciantes, que têm encargos menores do que as maquininhas de cartão, por exemplo.

Nathan Marion, gerente geral da Yuno, orquestradora global de pagamentos, aponta que o motivo para tamanho sucesso da plataforma vai além da economia com taxas bancárias. “O Pix é um método muito prático, que permite fazer uma transação com poucos cliques diretamente do celular. O dinheiro cai na conta do favorecido instantaneamente, sem a necessidade de se esperar vários dias úteis  como em outras modalidades. Por esses motivos, seu uso é incentivado pelos comerciantes, que concedem preços especiais a quem optar pelo método”, aponta.

Tanto isso é verdade que um levantamento recente da Cielo mostrou que, no e-commerce, o Pix já bateu o cartão de crédito como o método favorito dos usuários, sendo o mais utilizado por cerca de 67% das pessoas. “O mesmo estudo mostra que, enquanto 92% dos varejistas veem um aumento na utilização do Pix, o dinheiro em espécie vem perdendo tração, com 80% dos comerciantes dizendo que seu uso caiu bastante”, pontua Nathan Marion. izgorelostExemplificando o porquê dessa propensão, Marion fala a respeito de novas modalidades do Pix, que está disposto a dominar também o mercado de compras parceladas. “Além da transferência padrão, que já é um sucesso, há o Pix Garantido, que pode abocanhar parte do mercado hoje dominado pelo cartão de crédito, já que um estudo da Serasa Experian aponta que 71% dos consumidores costumam parcelar suas compras sempre que possível. Esse novo serviço, além de vantajoso para quem não tem limite de crédito no banco, ainda pode evitar gastos com anuidades”.

O mercado de compras recorrentes, como serviços de assinatura e streaming, também podem ser englobados pelo Pix. Isso porque está previsto, para o final deste ano, o lançamento do Pix Automático, modalidade que permite o agendamento de contas diversas por meio da plataforma. “Dados de um estudo da Fiserv já nos mostram que a Geração Z está disposta a abandonar o cartão de crédito em pagamentos de contas como luz e água (32%), ou então em transações recorrentes de assinaturas (19%). O Pix Automático pode chegar a essas pessoas, movimentando a economia em diferentes setores, pois mais serviços passarão a ser pagos pela plataforma, como, por exemplo, o agendamento de faturas de gás e luz e também outras finalidades como mensalidades escolares e até parcelamentos de consórcio”, pontua Nathan Marion.

Dessa maneira, a ferramenta também ajuda com que mais pessoas façam parte do sistema financeiro nacional, pois a facilidade em seu uso e sua versatilidade englobam até mesmo aqueles indivíduos com pouca familiaridade com serviços bancários. “De acordo com o Banco Central, o Pix contribuiu para a inclusão financeira de mais de 71 milhões de brasileiros, sendo os estados com menos agências bancárias físicas os que mais utilizam a plataforma”, explica o executivo.

Com cerca de três anos de existência, o Pix atingiu recentemente seu recorde de operações, chegando a 224 milhões de transações em um único dia. Em 2023, foi o meio de pagamento mais popular do Brasil, com quase 43 bilhões de operações, um crescimento de 75% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). “Com tamanha penetração no mercado brasileiro e facilidade em seu uso, podemos afirmar que esses números tendem a aumentar cada vez mais, tornando o Pix como a opção favorita do brasileiro em qualquer transação”, finaliza Marion.

Os dados da PNAD Contínua do IBGE, de 2022, mostram um grande avanço no acesso à internet nos últimos anos, principalmente no meio rural. A porcentagem de pessoas com acesso à internet subiu de 32% para 78%, entre 2016 e 2022, uma ampliação de 144%. O crescimento do número de pessoas que faz uso da internet nos domicílios rurais, desde 2016, foi mais expressivo no Sul e Centro-Oeste, onde estão também as melhoras “taxas de cobertura”: nestas regiões, apenas 15% dos domicílios não tinha acesso efetivo à internet em decorrência da indisponibilidade da oferta do serviço na área.

No setor do tabaco, os números são ainda mais expressivos. Pesquisa do CEPA/UFRGS, realizada em 2023, apurou que 92,1% dos produtores de tabaco da Região Sul do Brasil possui acesso à internet na própria residência; e 1,6% tem acesso à Internet em uma localidade próxima (associação ou clube, por exemplo). O acesso à Internet viabiliza a participação dos produtores de tabaco nas diversas redes sociais. Na Região Sul, quase 95% desses produtores participa de alguma rede social: WhatsApp e Facebook estão entre as mais utilizadas, com 98,9% e 84,6%. Já Instagram e Youtube são utilizadas por 37,8% e 24,1% dos produtores, respectivamente.

Os dados apontam que o uso da internet tem crescido entre os produtores rurais brasileiros, mas será que isso altera o contexto da sucessão no campo? Do uso de softwares e programas específicos para a gestão da propriedade à utilização de novos equipamentos ou técnicas que reduzam o custo da produção, a internet traz inúmeras facilidades, mas ela também torna ainda mais importante a busca por qualificação e atualização sobre novos equipamentos e tecnologias disponíveis para a propriedade.

Kako lažje obvladati vrnitev

Fundado em 2015, o Instituto Crescer Legal já se fez presente em 20 municípios da Região Sul do Brasil, onde foram sediadas 54 turmas do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. O formato inovador, validado pelo Ministério do Trabalho, utiliza a lei da aprendizagem. Ao usar cotas de suas empresas associadas e apoiadoras, todas indústrias do setor do tabaco, o Instituto Crescer Legal proporciona aos filhos de produtores rurais, de 14 a 17 anos, a contratação como jovens aprendizes para que frequentem o curso de Empreendedorismo e Gestão Rural no contraturno escolar, garantindo que fiquem longe de atividades impróprias para a idade.

Michele de Cássia Dzindzny, educadora social do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal da turma de São João do Triunfo (PR), conta como o convívio com os aprendizes e a identificação com suas realidades têm sido inspiradoras. “Por meio do curso, os aprendizes têm oportunidade de relatar suas vivências e a pensar em melhorias. A gente pode ver o orgulho que sentem em falar das suas comunidades, o respeito pela agricultura e demonstram notar as oportunidades que o meio rural oferece. Para nós, um município pequeno que tem como carro-chefe a agricultura, principalmente através da cultura do tabaco, o Instituto significa novas chances para o jovem rural”, comenta.

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