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Quando a IA erra, quem valida? Nova profissão surge para supervisionar agentes inteligentes

O desenvolvimento dos agentes autônomos segue redefinindo o mercado de trabalho global como um dos avanços mais significativos da era da Inteligência Artificial. A adoção dos AI Agents tem impulsionado a demanda por novas funções voltadas à supervisão, validação e garantia da qualidade das tarefas automatizadas. De acordo com relatório recente do Fórum Econômico Mundial (WEF), até 2030, cerca de 22% dos empregos atuais serão transformados. A projeção aponta para a criação de aproximadamente 170 milhões de vagas novas e a extinção de 92 milhões de postos de trabalho, resultando em um saldo positivo de 78 milhões de empregos. 

 
Para Marcos Oliveira Pinto, Global Software Engineer Manager da Jitterbit, a profissão de validador de agentes de Inteligência Artificial surge como uma função estratégica no futuro da automação inteligente nos negócios. “Ainda estamos em um momento em que não é possível confiar cegamente na IA. Pode parecer óbvio, mas é fundamental reforçar a necessidade da presença humana nos processos e na criação de novas funções no mercado. O validador de IA poderá facilmente ser uma delas, garantindo eficiência com resultados reais”, explica.   
 

As atribuições dessa nova função vão além da mitigação de riscos. O papel do validador envolve assegurar uma gestão segura, ética e confiável das operações em empresas que adotam agentes inteligentes como parte de seus processos. “A principal preocupação está na forma como esses sistemas são construídos e na possibilidade da IA gerar respostas imprecisas ou incorretas. O objetivo do profissional será revisar, validar e confirmar as ações dos agentes, garantindo a ausência de alucinações e o retorno esperado das tarefas executadas”, afirma Marcos. 

Segundo o executivo, a integração entre humanos e agentes inteligentes pode seguir dois modelos distintos. “No modelo ativo, o humano participa diretamente da execução. O agente conduz a tarefa até determinado ponto, como no atendimento a um usuário, e a partir dali o profissional avalia e decide os próximos passos. Já no modelo passivo, o humano recebe notificações sobre o andamento da operação. Em ambos os casos, a presença humana é essencial para aprovações, workflows, decisões estratégicas e julgamentos críticos”, detalha. 

O papel do colaborador humano passa a ser garantir o sucesso, a segurança e a confiabilidade das etapas automatizadas da jornada, especialmente em atividades que exigem maior complexidade, persuasão ou conhecimento técnico, ainda fortemente dependentes da percepção humana ou de abordagens híbridas. 

O levantamento do Fórum Econômico Mundial também destaca que as habilidades mais valorizadas pelos empregadores continuam sendo as chamadas competências centrais. O pensamento analítico lidera a demanda, seguido por atributos humanos como resiliência, agilidade, liderança e influência social. Até 2030, as competências com maior crescimento esperado incluem áreas técnicas como IA, big data, redes, cibersegurança e alfabetização tecnológica, além de criatividade, flexibilidade, curiosidade e aprendizado contínuo. 

“O validador de agentes de IA sintetiza a essência da nova era do trabalho. Trata-se de um profissional que combina conhecimento técnico em inteligência artificial e novas tecnologias com o julgamento humano necessário para lidar com a incerteza e garantir a confiança em sistemas autônomos. Essa função reflete a tendência de que os agentes precisarão ser treinados e supervisionados por humanos capacitados, capazes de reconhecer situações críticas e aplicar senso crítico. No fim, nosso diferencial segue sendo o olhar atento e o desenvolvimento contínuo, independentemente da profissão”, conclui Marcos. 

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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