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Para a Geração Z, a compra virou conversa: Zenvia explica como isso muda o varejo

A Geração Z está mudando a lógica do varejo: de uma transação pontual para uma conversa contínua. Para consumidores entre 18 e 26 anos, descobrir, avaliar e comprar um produto precisa seguir um fluxo tão natural quanto falar com amigos.

E, em um momento em que tudo parece ser automatizado por IA, esse público deixa claro: eles querem relacionamento, não apenas automação.

A Zenvia, empresa com mais de 22 anos listada na Nasdaq, destaca que a virada não está em abrir mais canais, mas em integrar a jornada em uma experiência conversacional única, onde atendimento, vendas e pós-venda fazem parte do mesmo fluxo.

Compra como conversa: o comportamento que redefine a jornada

A Geração Z cresceu com mensagens instantâneas, redes sociais e creators como curadoria de consumo. Segundo dados da PwC, 44% dos jovens brasileiros preferem resolver dúvidas com marcas por mensagens, não por ligações. E o WhatsApp segue dominante — o Brasil é o segundo maior mercado do app no mundo, com mais de 120 milhões de usuários, segundo a Anatel.

O resultado é direto: a conversa virou o ponto decisivo da compra. É ali que o consumidor Gen Z compara, pede opinião, busca desconto, confirma estoque e continua — ou interrompe — a jornada.

Para esse público, o atendimento não é uma etapa isolada: é parte essencial da experiência de compra. E a fricção não é negociável.

O erro mais comum do varejo: focar na vitrine, esquecer o diálogo

Mesmo com a digitalização acelerada, muitos varejistas ainda estruturam suas estratégias como se o cliente percorresse uma linha reta: anúncio → clique → compra. Mas a jornada real da Gen Z é circular, fragmentada e guiada por trocas de mensagens.

A Zenvia identifica três pontos de  atrito frequentes para esse público:

Ritmo errado: a Geração Z abandona conversas quando a resposta demora mais que poucos minutos.

Falta de personalização contextual: ofertas genéricas são ignoradas; o cliente espera que a marca saiba quem ele é e o que já procurou.

Diálogo mecânico: interações robotizadas reduzem engajamento e travam a conversão.

A consequência é clara: não é o preço que derruba a conversão — é a experiência.

Por que o WhatsApp virou o novo “corredor de loja” da Gen Z

Além de ser multitarefa, visual e instantâneo, o WhatsApp concentra comportamentos que definem a rotina da Geração Z: compartilhar links, enviar prints, pedir opinião, criar listas, reagir com emojis, negociar e comprar.

De acordo com a Meta, mais de 1 bilhão de usuários globais se comunicam com empresas pelo WhatsApp e Instagram mensalmente — e o Brasil está entre os líderes desse movimento.

Isso faz do app um espaço que combina descoberta, consideração, negociação, compra e suporte em um único fluxo, sem mudar de tela.

Como o varejo deve responder a essa mudança

A Zenvia destaca três ajustes urgentes para marcas que querem competir pelo interesse da Geração Z:

  1. Conversas como base da jornada

Chatbots de IA devem atuar como facilitadores da interação, não como barreiras. Linguagem natural e contextual é essencial.

  1. Personalização em tempo real

A Gen Z espera que a marca reconheça histórico, preferências e intenção enquanto ela conversa — não depois.

  1. Jornada contínua

O cliente pode começar no Instagram, continuar no WhatsApp e finalizar no e-commerce. Para ele, tudo isso é uma única conversa, não três atendimentos diferentes.

Quando o varejo trata cada contato como parte de uma conversa única, a experiência deixa de ser funcional e passa a ser relevante. A venda deixa de ser consequência e vira continuidade.

O que está por vir

Para a Zenvia, o varejo que dominar essa lógica conversacional — personalizada, fluida e contínua — será o que conquistará não só a Geração Z, mas o novo padrão de consumo. 

As empresas que insistirem em jornadas rígidas ou atendimentos engessados ficarão invisíveis para um público que não tolera fricção.

A compra virou conversa. E quem não aprender a conversar vai perder mercado — não por preço, mas por desconexão.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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