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Observabilidade vira diferencial competitivo nas empresas brasileiras

A observabilidade, vista como um recurso técnico para monitorar sistemas de TI, vem ganhando protagonismo nas empresas brasileiras: o de ativo estratégico para a competitividade e a tomada de decisão de negócio. Em um cenário de operações digitais cada vez mais complexas, observar sistemas em tempo real passou a ser um fator determinante para eficiência, inovação e crescimento.

De acordo com a mais recente Pesquisa Anual de Observabilidade, 96% das organizações no Brasil já utilizam múltiplas tecnologias para garantir visibilidade de seus ambientes digitais, sendo que quase um quarto delas operam com seis ou mais ferramentas simultaneamente. O dado evidencia tanto a importância do tema quanto o desafio de consolidar informações para gerar valor real ao negócio.

Para Leonardo Santos, CTO da Delfia, curadoria de jornadas digitais, o diferencial competitivo não está apenas em monitorar sistemas, mas em transformar dados operacionais em inteligência estratégica.

“A verdadeira virada acontece quando a observabilidade passa a orientar decisões de negócio. Não se trata apenas de saber se o sistema está no ar, mas de entender como a tecnologia impacta a experiência do cliente, a receita e a eficiência financeira da operação”, afirma o executivo.

Da visibilidade à tomada de decisão

Com a digitalização acelerada das jornadas de ponta a ponta, empresas passaram a operar ambientes críticos em que segundos de indisponibilidade podem gerar perdas financeiras significativas. Nesse contexto, a observabilidade evolui para uma camada de gestão, que conecta dados técnicos a resultados de negócios e segurança, permitindo antecipar gargalos, proteger margens e sustentar operações de missão crítica, como sistemas de pagamento e plataformas de e-commerce.

A pesquisa também mostra que 93% das empresas brasileiras já utilizam SLOs (Service Level Objectives) em diferentes estágios, índice superior à média global de 73%. O uso desses indicadores reforça a conexão entre tecnologia e negócio, transformando métricas técnicas em instrumentos de governança e alinhamento estratégico.

Eficiência, governança e controle de custos

Outro impacto direto da observabilidade está na eficiência e na governança financeira. Com ambientes em nuvem cada vez mais dinâmicos, decisões mal dimensionadas podem elevar custos de forma quase imediata. Nesse cenário, a observabilidade se conecta a práticas como FinOps, permitindo maior transparência e controle sobre gastos com infraestrutura e serviços digitais.

No Brasil, a adoção de FinOps já alcança 85% das empresas, contra 55% no restante do mundo, segundo a mesma pesquisa. Organizações que adotaram modelos de observabilidade centralizada relatam economias entre 15% e 40% nos custos operacionais, resultado de maior previsibilidade e uso mais eficiente dos recursos.

“Observabilidade hoje é também uma ferramenta de governança. Ela permite que líderes técnicos e executivos falem a mesma língua, conectando desempenho, custo e valor entregue ao cliente”, destaca Leonardo Santos.

Muito além do monitoramento

Eventos de alto impacto, como a Black Friday, exemplificam esse novo papel estratégico. Durante picos de acesso, empresas passam a monitorar não apenas a saúde dos sistemas, mas também indicadores de conversão, aprovação de pagamentos, tempo de resposta e performance comercial em tempo real, tudo em um mesmo painel, orientando decisões instantâneas.

Para a Delfia, empresas que tratam a observabilidade apenas como um item técnico tendem a enfrentar dificuldades de escala e previsibilidade. Já aquelas que incorporam a prática desde o desenho das jornadas digitais conseguem ganhar agilidade, resiliência e vantagem competitiva em mercados cada vez mais disputados.

“Em um ambiente onde a concorrência está a poucos cliques de distância, observar bem significa tomar as melhores decisões. E decidir melhor é o que sustenta a competitividade no longo prazo”, conclui o CTO da Delfia.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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