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7 em cada 10 brasileiros se informam pelas redes sociais, mas apenas 17% acreditam no que consomem, mostra pesquisa da PYXYS

Uma pesquisa inédita realizada em todo o Brasil pela PYXYS, mediatech que conecta informação, dados e tecnologia para fortalecer o ecossistema de mídia para publishers, em parceria com a Opinion Box, aponta que mais de 70% dos brasileiros se informam por meio de de redes sociais. O levantamento sinaliza também que o consumo de notícias no Brasil é intenso, 9 em cada 10 se informam diariamente. 

Para Andrés Bruzzone, CEO da PYXYS, o uso severo das redes sociais reflete exatamente no acesso a notícias com maior frequência atualmente. No entanto, apesar de liderarem a busca por notícias, o estudo aponta que apenas 17% da população confiam nestas plataformas e o hábito de acessar diretamente sites tradicionais permanece forte.

Os veículos de mídia tradicionais lideram a confiança. Quase 90% da população acredita no que consome em portais, jornais e emissoras de TV e rádioTranslate from pt to pt: . “A gente percebe que, quando o portal é confiável, o leitor volta. É simples assim. Um conteúdo bem feito, claro e correto faz a pessoa querer se informar de novo, e isso mantém a audiência”, afirma Andrés Bruzzone.

Influência do canal na decisão de compras

Com uma credibilidade mais alta, os portais de notícias têm impacto direto no consumo: 85,6% dos brasileiros afirmam que já foram influenciados por conteúdos editoriais ao decidir o que comprar. Além disso, para 74% dos entrevistados, a confiança no portal é um fator importante antes de clicar em um anúncio e 64% afirmam que interagem mais vezes com uma propaganda quando consideram o tema da matéria e do anúncio compatíveis

Para Andrés, um ambiente confiável aumenta resultados e a reputação do portal está diretamente ligada à chance de conversão em vendas.

“Ao construir conteúdo em parceria com marcas, unindo informação, dados e contexto, criamos experiências que efetivamente ajudam na jornada de compra. É assim que se transforma a audiência em resultado para portais e parceiros.” aponta Bruzzone.

A pesquisa revela também uma diferença geracional na influência dos portais de notícias sobre compras online. Enquanto 32,58% dos jovens de 16 a 24 anos afirmam que o conteúdo já os levou a realizar uma compra, apenas 16,67% das pessoas com 50 anos ou mais reconhecem terem sido influenciadas.

Preferências de consumo de notícias e formatos

Mesmo diante da preferência por portais de notícias, 1 a cada 5 pessoas afirma que não costuma ler as matérias até o fim. Diante disso, mais de 40% dos brasileiros indicaram uma preferência por textos mais curtos e resumos. “O usuário quer algo ágil e direto. Por isso é importante investir em vários formatos e sair do tradicional, oferecendo conteúdo também nas redes sociais, criando sua própria newsletter e também podcastsPlease provide the text you would like translated from Portuguese to Portuguese.destaca Bruzzone.

Para Andrés, a preferência pelo audiovisual na internet também é grande e já compete diretamente com a TV tradicional. A cada 10 pessoas, 4 não se informam mais por televisão, e quase 60% da população prefere podcasts ou vídeos online. 

A rede social mais popular para se informar é o Instagram, utilizado por mais de 83% dos brasileiros. Em seguida, vem o YouTube, com 71%, reforçando a preferência por ambientes visuais. O TikTok cresce de forma acelerada e já é usado por quase metade do país como fonte de atualização diária.

Bruzzone acredita que o cenário reforça a importância de investir em material informativo de qualidade e aproveitar a força das redes sociais de forma estratégica. “Quando o conteúdo é bem produzido, contextualizado e distribuído nos canais certos, ele informa, engaja e fortalece a credibilidade do portal. Assim os jornais conseguem conectar jornalismo, dados e tecnologia para garantir tanto a rentabilidade com o conteúdo e parceiros como também que as pessoas tenham acesso a informações confiáveis”, finaliza o CEO da PYXYS.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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