InícioDiversosCasosDo primeiro quadro vendido ao comando de um grupo multissetorial

Do primeiro quadro vendido ao comando de um grupo multissetorial

No universo empresarial, o sucesso raramente é obra do acaso. Ele costuma ser resultado de escolhas estratégicas, timing apurado e uma combinação entre visão de futuro e capacidade de execução. Por trás dos grandes números, quase sempre há uma trajetória marcada por riscos calculados, aprendizados duros e uma persistência que resiste aos ciclos do mercado.

A trajetória do brasiliense Marcos Koenigkan é a prova disso. Aos 17 anos, ele deu seu pontapé inicial no empreendedorismo ao revender quadros de artistas locais em Brasília, um movimento aparentemente simples, mas que antecipava sua habilidade única de identificar e explorar oportunidades pouco atendidas pelo mercado tradicional.

O próximo passo foi dado com ousadia e estratégia: aos 19 anos, com um investimento modesto de aproximadamente R$ 10 mil, ele abriu sua primeira imobiliária. A aposta foi em condomínios horizontais no Distrito Federal, um nicho que os grandes players do setor negligenciavam. Essa decisão se mostrou crucial: não só abriu caminho para sua ascensão no mercado, como também demonstrou seu bom gosto e sua visão aguçada para os negócios.

Sua percepção pioneira se consolidou com a criação do IBAVI (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias Imobiliárias), que antecipou a era digital ao desenvolver um sistema próprio de coleta e análise de dados imobiliários, algo inovador para o mercado brasileiro da época. Entre 2007 e 2014, Koenigkan virou líder absoluto no setor. “Fui responsável por lançar cerca de 90% dos condomínios legalizados, horizontais, na região”, pontua.

Com a experiência consolidada e um olhar sempre à frente do seu tempo, o empresário fundou o Grupo MK, holding que concentra negócios em setores distintos, mas conectados por uma mesma lógica de valor: inovação, posicionamento estratégico e domínio de nichos pouco explorados.

No universo da arte, criou o Catálogo das Artes, maior portal brasileiro de precificação de obras e antiguidades, valorizando a produção nacional em um mercado que movimenta R$ 2 bilhões, segundo o Ipea. No setor imobiliário, lidera a LK Engenharia e a MK Participações, com projetos residenciais e comerciais que se destacaram no mercado imobiliário do Distrito Federal.

À frente da fintech MEO Bank, tem como meta a concessão de R$ 1 bilhão em crédito corporativo até o fim de 2025, desburocratizando o acesso a capital para médias empresas. Também detém as marcas Show Self StorageYou Box e Brasília Self Storage, que se destacam como líderes em armazenamento inteligente em um setor que cresce 15% ao ano (ABRASSI, 2023), impulsionado pela expansão do e-commerce e pela compactação da vida urbana. E, no campo do networking de alta influência, está à frente do Mercado & Opinião, grupo que reúne mais de 900 líderes empresariais responsáveis por cerca de 35% do PIB nacional para conversas e discussões estratégicas que impactam diretamente setores-chave da economia.

O Mercado & Opinião nasceu durante a pandemia como uma iniciativa informal para troca entre empreendedores e hoje é um dos principais fóruns de debate estratégico do Brasil. Koenigkan implementou critérios rigorosos de adesão, aceitando apenas donos e executivos máximos de empresas bilionárias, o que garante foco e exclusividade. “Cada encontro é uma provocação estratégica: como melhorar os negócios, o ambiente empresarial, a produtividade. Tudo o que fazemos tem um pé no capital, no empreendedorismo e na transformação do ecossistema corporativo”, declara.

Os encontros evoluíram para eventos fechados e o Mercado & Opinião Conference se tornou palco de discussões que influenciam diretamente setores-chave da economia. “Empreender é estar em constante reinvenção. Aprendi que os erros são indispensáveis para desenvolver autoridade e uma visão abrangente do mercado. O diferencial está em ouvir o cliente, testar hipóteses e não temer mudar de rota”, afirma Koenigkan.

Sua aposta no MEO Bank reforça a estratégia de digitalização e inovação, rompendo com os entraves do sistema financeiro tradicional. De acordo com dados da Pesquisa Fintechs de Crédito Digital, realizada pela PwC e a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), o volume de crédito concedido pelas fintechs cresceu 52%, alcançando R$ 21,1 bilhões em 2023.

O Grupo MK planeja dobrar seu faturamento até o final de 2025, apoiado em tecnologia, parcerias sólidas e no poder do networking qualificado. “O segredo é construir ecossistemas que conectem pessoas, negócios e ideias, transformando o que antes eram nichos ignorados em oportunidades bilionárias”, afirma o empresário.

O Brasil vive um momento de transformação econômica e líderes como Marcos Koenigkan estão à frente dessa mudança. A história dele não é apenas de números, mas de estratégia, visão e resiliência, ingredientes que definem os empreendedores capazes de moldar o futuro do país.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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