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Tráfego orgânico ou pago, quem vence a batalha?

No cenário digital altamente competitivo de hoje, empresas que desejam se sobressair precisam adotar estratégias inteligentes para atrair e converter clientes. Nesse contexto, SEO e tráfego pago se apresentam como duas abordagens essenciais. Embora muitas vezes vistos como opostos, as duas estratégias são, na verdade, complementares e podem maximizar os resultados e a previsibilidade do crescimento de um negócio quando usados em conjunto.

O SEO (Search Engine Optimization) consiste em um conjunto de técnicas que visam melhorar o posicionamento de um site nos mecanismos de busca, como Google e Bing, sem necessidade de investimento direto por cada clique. Um dos grandes diferenciais da estratégia é a credibilidade: empresas que aparecem organicamente nos primeiros resultados transmitem maior confiabilidade para o público.

Os dados comprovam essa visão: 71% dos cliques ocorrem na primeira página do Google, conforme pesquisa da MOZ, o que torna essencial conquistar esse espaço. Além disso, segundo o HubSpot, 61% dos profissionais de marketing consideram a melhora do SEO e da presença orgânica como prioridade para suas estratégias de inbound marketing. 

É importante destacar ainda que o SEO também oferece um excelente custo-benefício a longo prazo. Ao construir uma presença orgânica sólida, o site pode continuar atraindo visitantes sem necessidade de um investimento contínuo em anúncios. 

Se antigamente o SEO era visto como uma estratégia de médio a longo prazo, hoje em dia, com inteligência artificial, os resultados começam a aparecer muito mais rápido. Nesse ponto, é necessário contar com ferramentas inovadoras de IA e equipes especializadas que elaborem estratégias específicas de rankeamento de acordo com termos que façam sentido para a marca e impulsione resultados orgânicos. 

Mas então, por que vale utilizar também o tráfego pago? Ambas as estratégias devem ser usadas paralelamente, já que um reforça o outro. O ideal é  investir ao máximo em técnicas pagas de “cauda longa”, ou seja, por mais tempo e com um direcionamento mais qualificado de tráfego, o que gera resultados com maior ROAS (Retorno sobre Gasto com Anúncios). 

Uma das principais vantagens do tráfego pago é a segmentação detalhada do público-alvo. Com as ferramentas de análise disponíveis, é possível exibir anúncios apenas para consumidores com maior probabilidade de conversão, otimizando os investimentos. Mas nesse ponto, gosto de sempre ressaltar que a estratégia exige monitoramento constante e um planejamento cuidadoso para evitar custos elevados sem retorno significativo.

Agora a grande chave está na integração. Companhias que utilizam estratégias combinadas de SEO e tráfego pago observam um crescimento 50% mais rápido do que aquelas que apostam em apenas uma abordagem, segundo um estudo do WordStream, provando que a sinergia entre as duas estratégias é fundamental para maximizar os resultados. 

O SEO pode reduzir o custo por aquisição de cliente (CAC) ao longo do tempo, pois gera tráfego gratuito e contínuo. Ao mesmo tempo, o tráfego pago pode oferecer insights valiosos sobre quais palavras-chave convertem melhor, ajudando a otimizar a estratégia orgânica. Além disso, campanhas pagas podem impulsionar conteúdos que já performam bem organicamente, potencializando a visibilidade e aumentando a conversão – um recurso valioso especialmente no varejo. 

Outro aspecto importante é o reforço da presença da marca em diferentes pontos de contato. Um usuário que encontra uma empresa em um anúncio pago e depois a vê organicamente nos resultados de busca tende a confiar mais na marca e aumentar a probabilidade de conversão.

Logo, organizações que equilibram as abordagens conseguem otimizar seus investimentos, aumentar sua previsibilidade de crescimento e conquistar um posicionamento sólido no mercado. Entender e aplicar essa combinação de forma inteligente é fundamental para ter êxito no cenário digital.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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Renato Avelar
Renato Avelar
Renato Avelar é sócio e co-CEO da A&EIGHT, um ecossistema de soluções digitais end-to-end de alta performance.
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