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Como adotar uma estratégia cloud-first e acelerar a transformação digital

A adoção de estratégias baseadas em nuvem é hoje uma necessidade premente de qualquer empresa no Brasil que queira, a médio e longo prazos, manter-se competitiva. Isso porque uma estratégia de nuvem não é apenas uma opção operacional para a infraestrutura de TI: a opção pela tecnologia pode ser um catalisador da transformação do próprio negócio, dada a agilidade que a empresa ganha tanto nos processos diários, quanto no desenvolvimento de inovações.

Dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) indicam que o mercado nacional de serviços em nuvem deverá registrar crescimento médio anual acima de 20% neste ano, atingindo valores expressivos em investimentos e movimentações financeiras. Esse cenário revela claramente a importância estratégica de priorizar a adoção de soluções cloud-first, especialmente para empresas que não nasceram digitais.

Muitas organizações tradicionais, no entanto, ainda encontram obstáculos consideráveis para migrar completamente para a nuvem. Diferentemente das startups, que já nascem nesse ambiente, empresas estabelecidas enfrentam desafios mais complexos, que vão desde a integração de tecnologias legadas até a resistência cultural de equipes acostumadas com processos convencionais.

Benefícios da estratégia cloud-first

Uma pesquisa recente da consultoria Gartner revelou que empresas brasileiras que implementaram a abordagem cloud-first registraram um aumento na eficiência operacional, chegando a índices 35% superiores comparados aos concorrentes menos digitalizados. Além disso, essas empresas reduziram significativamente seus custos operacionais, com uma economia de até 30% nas despesas relacionadas à infraestrutura de TI, o que mostra claramente o impacto financeiro positivo dessa estratégia.

Para as empresas que ainda contam com uma estrutura totalmente on-premises, há vários desafios para essa migração. O principal deles está atrelado à cultura organizacional: pode haver uma resistência cultural das equipes acostumadas a processos convencionais, bem como uma insegurança inicial sobre questões regulatórias, como a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e preocupações quanto à segurança dos dados em nuvem. Além disso, há o desafio de alinhar investimentos iniciais consideráveis com a expectativa interna por resultados rápidos, especialmente em contextos corporativos mais conservadores.

Quem vence as primeiras barreiras iniciais tem uma jornada para garantir que a transição seja feita com relativo sucesso. O primeiro passo é a realização de uma análise detalhada sobre a maturidade tecnológica da organização. Esse mapeamento deve incluir quais são os sistemas utilizados, as limitações técnicas existentes e quais áreas precisam ser prioritariamente migradas. Esse diagnóstico inicial serve como ponto de partida para um planejamento detalhado.

Em seguida, a escolha estratégica dos fornecedores de serviços em nuvem é outro passo decisivo. No mercado brasileiro, as ofertas são amplas e diversificadas, o que permite às empresas selecionar fornecedores que melhor se alinhem às suas necessidades técnicas, operacionais e de segurança. Um relatório recente da IDC Brasil revelou que cerca de 62% das organizações que obtiveram sucesso na adoção de cloud optaram por estratégias híbridas ou multicloud, justamente pela flexibilidade e segurança ampliadas proporcionadas por diferentes provedores.

A fase de planejamento e migração é especialmente sensível. O roadmap da migração precisa ser claro, detalhado e gradativo. Deve incluir etapas bem definidas, desde a migração dos sistemas menos críticos até aqueles que exigem maior estabilidade e controle operacional. Um bom planejamento garante não apenas eficiência na transição tecnológica, mas também evita falhas operacionais graves que poderiam comprometer os resultados empresariais.

A segurança da informação é outro aspecto que precisa ser priorizado nessa mudança. Dados da empresa de segurança cibernética Fortinet indicam que 54% das organizações brasileiras que adotam ambientes cloud-first intensificam suas políticas de segurança, incorporando soluções avançadas como criptografia de ponta a ponta, monitoramento em tempo real e análise preditiva de ameaças. Esses investimentos aumentam consideravelmente a segurança da informação e atendem às exigências legais, como as impostas pela LGPD, garantindo conformidade total.

Aspecto financeiro é ponto forte da nuvem

Outro ponto a ser enfatizado na transformação cloud-first é o aspecto financeiro. Embora haja um investimento inicial considerável, estudos apontam que o retorno financeiro é rapidamente alcançado por meio da redução de despesas com manutenção de infraestrutura física e ganhos significativos de eficiência. Um estudo recente realizado pela consultoria McKinsey no Brasil indicou que empresas que adotaram plenamente o modelo cloud-first obtiveram retorno sobre o investimento inicial em menos de dois anos, resultado considerado extremamente positivo pelos padrões do mercado nacional.

Além disso, a escalabilidade proporcionada pela nuvem permite às empresas ajustarem rapidamente seus recursos tecnológicos conforme a demanda do mercado. Isso significa não apenas reduzir custos, mas também garantir maior agilidade e rapidez na resposta aos clientes, um fator decisivo para competir num mercado altamente dinâmico e volátil como o brasileiro.

Em conclusão, adotar uma estratégia cloud-first representa um diferencial competitivo estratégico para empresas brasileiras, especialmente aquelas que não nasceram digitais. Ao combinar planejamento estruturado, escolha criteriosa de fornecedores, foco intenso em segurança digital e investimento robusto na capacitação das equipes, essas organizações estarão preparadas não apenas para sobreviver, mas para liderar em um cenário digital cada vez mais competitivo e exigente.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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Alexandre Theodoro
Alexandre Theodorohttps://faiston.com
Alexandre Theodoro é Business Solution Director da Faiston.
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