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Cinco formas pelas quais o novo funil do consumidor digital muda a decisão de compra

Levantamentos recentes do Google indicam que mais de 90% dos consumidores pesquisam online antes de concluir uma compra e transitam por múltiplos pontos de contato até tomar uma decisão. Estudos da BrightLocal mostram que cerca de 99% dos usuários consultam avaliações digitais em algum momento da jornada. 

Os dados ajudam a explicar por que o funil clássico de decisão, baseado em etapas lineares e previsíveis, perdeu espaço para um modelo marcado por ciclos contínuos de descoberta, avaliação e escolha.

Rafael Somera, CEO da (Note: The provided text is already in Portuguese and does not require translation. If there was a specific sentence or phrase you wanted to be translated, please provide it.) Solutudo e especialista em comportamento do consumidor e presença digital de negócios locais, afirma que a decisão de compra ocorre antes do primeiro contato direto com a empresa. “O consumidor descobre uma marca em um canal, mas vai a outros para validar se ela é confiável, se está ativa e se outras pessoas falam bem dela. Quando essa checagem não acontece, a escolha simplesmente não se consolida”, afirma.

A etapa da descoberta deixou de depender exclusivamente de publicidade ou presença física. Buscadores, redes sociais, mapas, marketplaces e plataformas de conteúdo passaram a funcionar como portas de entrada simultâneas. Pesquisas do Google apontam que o consumidor alterna, em média, entre três e seis canais durante o processo de decisão, o que reduz a eficácia de estratégias concentradas em apenas um ponto de visibilidade.

Na fase de avaliação, o comportamento se torna mais criterioso. Informações básicas atualizadas, fotos recentes, respostas a comentários e coerência entre canais influenciam diretamente a permanência da empresa no radar do consumidor. Dados do Google Business Profile indicam que páginas completas podem gerar até três vezes mais interações do que perfis incompletos. “Não basta ser encontrado. A empresa precisa sustentar a presença quando o consumidor volta para conferir”, observa Somera.

A escolha, por sua vez, deixou de ser o encerramento do processo. Avaliações, comentários e recomendações alimentam novas jornadas e ampliam o peso da reputação digital. Segundo a BrightLocal, a confiança em avaliações online se aproxima, em muitos casos, da indicação pessoal, tornando a experiência pós-compra parte ativa do ciclo de decisão.

Para as empresas, o principal benefício desse novo modelo está na capacidade de capturar demanda ao longo de toda a jornada, e não apenas no momento final. O primeiro passo é compreender onde o consumidor pesquisa, compara e valida informações, garantindo consistência mínima nesses ambientes. “Presença digital hoje não é estar em todos os lugares, mas estar nos pontos certos, com dados confiáveis e atualizados”, afirma o executivo.

Na contratação de empresas especializadas, o cuidado é priorizar soluções integradas, capazes de unificar visibilidade, reputação e conteúdo. Estratégias fragmentadas tendem a gerar ruído, elevar custos e reduzir a eficiência. “Promessas de resultado rápido sem manutenção não se sustentam. O consumidor retorna para checar e a empresa precisa estar preparada para esse retorno contínuo”, diz.

Em um ambiente de concorrência elevada e atenção dispersa, compreender esse novo ciclo deixou de ser apenas uma vantagem competitiva. Para empresas de diferentes portes, tornou-se um fator diretamente ligado à decisão de compra, à recorrência e à permanência no mercado.

A partir desse novo comportamento, algumas diretrizes práticas ajudam as empresas a estruturar presença, avaliação e escolha ao longo da jornada digital do consumidor.

Rafael citou cinco pontos práticos para empresas operarem o novo funil de decisão digital

  1. Mapear onde o consumidor descobre a empresaIdentificar em quais canais o público inicia a busca, como buscadores, redes sociais, mapas ou marketplaces, é essencial para entrar no radar inicial da decisão.
  2. Garantir consistência das informações em todos os canaisDados divergentes de endereço, horário, serviços ou contato geram desconfiança na fase de avaliação e enfraquecem a decisão de escolha.
  3. Tratar avaliações como parte da estratégia de vendasAvaliações deixaram de ser consequência da compra e passaram a influenciar diretamente novas decisões, exigindo acompanhamento e respostas constantes.
  4. Priorizar presença contínua em vez de ações pontuaisInvestimentos isolados tendem a perder efeito rapidamente, enquanto a decisão do consumidor envolve retornos sucessivos para checagem.
  5. Buscar soluções integradas para gerir a jornada digitalNa contratação de empresas especializadas, a capacidade de integrar visibilidade, reputação e dados em um único fluxo reduz custos e aumenta eficiência.

Ao transformar a decisão de compra em um ciclo contínuo, o consumidor digital elevou o nível de exigência sobre presença, consistência e reputação das empresas. 

Nesse modelo, ser encontrado não basta, é preciso sustentar a confiança ao longo da jornada. “O consumidor observa, compara, volta e só então escolhe. Quem entende esse ritmo passa a influenciar a decisão desde o primeiro contato”, conclui.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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