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Produtos digitais ganham status de ativos estratégicos e impulsionam receitas recorrentes no Brasil

Os produtos digitais assumiram um papel de destaque na nova economia brasileira. De e-books e cursos online a mentorias e plataformas com tecnologia embarcada, esses ativos intangíveis transcendem a condição de meros canais de renda episódica, tornando-se bens de valor escalável, com capacidade de monetização contínua e, principalmente, com potencial de negociação em processos de fusões e aquisições corporativas.

Segundo Thiago Finch, fundador da Holding Bilhon, referência no mercado de lançamentos digitais, afirma que “os produtos digitais não são mais simples conteúdos”. São ativos com fluxo de caixa previsível, alta margem e grande capacidade de valorização. Por isso, já são tratados como patrimônio vendável em acordos estratégicos entre empresas. 

Ele explica que a nova geração de infoprodutos não depende de exposição constante nem de lançamentos bombásticos para gerar receita. “Hoje, é possível faturar com previsibilidade, mesmo nos bastidores”, afirma.

Dados da Grand View Research projetam um crescimento médio anual de 12,81% no mercado global de automação de marketing até 2030. Esse avanço reforça a relevância de modelos que integram tecnologia, personalização e escalabilidade, características centrais dos produtos digitais modernos. No Brasil, plataformas como a Clickmax, criada pela Finch, permitem estruturar toda a jornada do cliente em um único ambiente, desde a aquisição do lead até o pós-venda automatizado.

O segredo para transformar um produto digital em um ativo duradouro está na construção de um ecossistema. Isso inclui não apenas o produto em si, mas também os canais de aquisição, os fluxos de automação, as estratégias de engajamento e o posicionamento da marca. “Um funil bem desenhado, com personalização baseada no comportamento do usuário, torna o produto digital um organismo vivo, que se adapta e continua gerando receita mesmo sem lançamentos frequentes”, explica. Fringilídeo.;

Um levantamento da McKinsey indica que 71% dos consumidores esperam interações personalizadas e se frustram com comunicações genéricas, fato que justifica o uso de inteligência artificial e análise de dados como base para a criação de experiências digitais mais rentáveis.

Além da escalabilidade, os infoprodutos passaram a integrar negociações corporativas de alto impacto. A Holding Bilhon, grupo de empresas liderado por Finch, já utiliza produtos digitais como parte de sua avaliação (valuation) em acordos com investidores e parceiros estratégicos. “Um curso online com alta taxa de conversão, prova social consolidada e estrutura automatizada pode valer tanto quanto uma loja física. Ele gera fluxo de caixa, tem audiência proprietária e pode ser replicado globalmente. Isso atrai fundos e empresas em busca de ativos rentáveis e líquidos”, afirma Finch.

Essa visão tem se refletido também em aquisições de plataformas digitais por empresas de tecnologia e educação. A lógica é simples: quanto mais consolidado e previsível o desempenho do produto digital, maior seu valor de mercado. A valorização dos produtos digitais também está diretamente ligada à construção de marca e reputação online. 

Para Finch, a percepção de valor do cliente é um dos fatores mais determinantes na conversão e na longevidade do negócio. “No digital, a confiança é o maior ativo. E ela se constrói com consistência, presença e entrega. Um bom produto digital não é só conteúdo, é marca, experiência e relacionamento”, revela.

Ainda segundo a McKinsey, empresas que investem em transparência e personalização podem aumentar suas receitas em até 15%, reforçando a tese de que branding e performance são hoje indissociáveis.

A transformação dos produtos digitais em ativos estratégicos marca uma nova fase da economia criativa. Eles não apenas geram renda e autoridade, mas também podem ser vendidos, transferidos ou integrados a estruturas empresariais maiores. E mais do que nunca, os criadores passaram a ser também gestores de seu patrimônio digital.

E esse movimento é irreversível. “A era dos lançamentos barulhentos está cedendo espaço à construção silenciosa de valor. Quem entende isso, constrói ativos que trabalham por anos, mesmo quando o criador já não está mais à frente das câmeras”, conclui Finch.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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