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Do feed à compra: o crescimento do Social Commerce na venda de moda online em 2025

O caminho entre visualizar um post no Instagram e concluir uma compra nunca foi tão curto. Em 2025, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 10% e atingir um faturamento de R$ 224,7 bilhões, impulsionado por um fenômeno em plena ascensão: o social commerce, ou comércio pelas redes sociais. A tendência está redefinindo a maneira como lojas virtuais se relacionam com seus consumidores, de pequenos empreendedores a grandes marcas.

De acordo com dados da Hootsuite, 58% dos consumidores brasileiros já consideram fazer compras diretamente nas redes sociais neste ano. Esse movimento tem transformado o Instagram, o TikTok e até o WhatsApp em canais completos de descoberta, interação e conversão, especialmente em setores como moda, beleza, alimentação, artigos para casa e tecnologia pessoal. A loja virtual deixa de ser um destino isolado e passa a funcionar em sinergia com o ambiente social, como parte de uma jornada de compra mais fluida.

Do post ao pedido em poucos toques

A jornada tradicional, que começava com uma busca no Google e terminava em um checkout de e-commerce, agora começa cada vez mais com um post sugerido, uma live, um link em bio ou um story patrocinado. A combinação entre conteúdo visual, engajamento social e facilidade de compra tem tornado as redes sociais uma extensão natural da loja virtual.

Essa integração vem sendo potencializada por recursos como catálogos de produtos no Instagram Shopping, vitrines interativas no TikTok, bots de atendimento no WhatsApp e links diretos para pagamento em plataformas como Mercado Pago e Pix. Marcas que entendem essa dinâmica conseguem converter usuários ainda na fase de descoberta, aproveitando o impulso de decisão e reduzindo etapas da jornada de compra.

A loja virtual no centro da operação

Mesmo com a ascensão do social commerce, a loja virtual permanece como núcleo da operação de vendas. É nela que ficam centralizadas informações de estoque, controle de pedidos, processamento de pagamentos e gestão de clientes. As redes sociais funcionam como portas de entrada dinâmicas, mas é a loja virtual que sustenta a escalabilidade e a credibilidade do negócio.

Por isso, o investimento em integrações se tornou indispensável. Plataformas de e-commerce modernas permitem sincronizar produtos com catálogos sociais, automatizar pedidos que chegam por redes e manter o cliente atualizado sobre entregas — tudo sem sair do ecossistema digital. A fluidez entre canais é o que diferencia negócios competitivos dos que ainda operam de forma fragmentada.

Vídeos, lives e creators: novos motores de vendas

Com o social commerce, o conteúdo passou a desempenhar papel direto na conversão. Vídeos demonstrativos, transmissões ao vivo com promoções e parcerias com influenciadores se tornaram gatilhos de venda altamente eficazes, especialmente em segmentos como cosméticos, gadgets, alimentos artesanais, artigos esportivos e decoração.

A apresentação de um produto em tempo real — seja por um vendedor, creator ou representante da marca — cria um senso de urgência e confiança que acelera o fechamento da compra. Muitas lojas virtuais têm investido em lives de lançamento e conteúdos colaborativos como parte estratégica de seus calendários de vendas.

Personalização e agilidade como trunfos

Com dados comportamentais extraídos das próprias redes, as marcas conseguem personalizar a experiência do cliente de forma mais precisa. Isso se traduz em anúncios segmentados, recomendações personalizadas na loja virtual e comunicações mais assertivas. Ferramentas de IA também auxiliam na automação de mensagens, funis de vendas e ajustes em tempo real no estoque ou no catálogo.

A agilidade é outro diferencial decisivo. Marcas que conseguem adaptar rapidamente suas campanhas, responder aos comentários e ajustar preços conforme a demanda são as que melhor aproveitam o ritmo acelerado do social commerce.

O que esperar do e-commerce em 2025

Com o crescimento de dois dígitos no horizonte e o comportamento digital cada vez mais voltado à conveniência, o comércio online tende a se tornar mais híbrido e multimodal. Lojas virtuais que se integram de forma natural às redes sociais tendem a colher os melhores resultados, independentemente do segmento em que atuam.

Para o consumidor, a promessa é de uma experiência de compra mais integrada, rápida e adaptada aos seus hábitos. Para os empreendedores, o desafio será dominar ferramentas, dados e estratégias que unam branding, conteúdo e conversão — tudo isso em uma vitrine que cabe na palma da mão.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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