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Sucesso do Pix automático depende de adesão de ITPs e empresas não bancárias, alerta Sensedia

Hoje, dia 16 de junho, entra em vigor no Brasil o Pix automático, mais uma modalidade da jornada de meios de pagamentos que promete ampliar o acesso a serviços, reduzir custos operacionais para empresas e consumidores e gerar um maior engajamento dos usuários devido à simplicidade do sistema em fazer o cadastro.

De acordo com a Sensedia – consultora de confiança da estrutura inicial do Open Finance com o Banco Central do Brasil e uma das participantes do projeto piloto para implantação do Pix automático, em testes desde abril deste ano -, diferente do tradicional débito automático, que depende de contratos entre concessionárias e bancos específicos, a nova solução permite que qualquer empresa com CNPJ cadastrado no Open Finance como iniciador de pagamentos ofereça essa funcionalidade.

Com isso, empresas de streaming, e-commerce, marketplaces, educação e serviços digitais, como Netflix, Amazon Prime, Disney+, Uber, Shopee, Shein, TikTok, Monday.com, Spotify, entre outras, poderão aderir à novidade — seja diretamente como participantes do Open Finance ou via contratação de ITPs (Iniciadores de Transação de Pagamento) habilitados.

“Cabe ressaltar, porém, que dia 16 de junho começa a valer a adesão ao Pix automático somente para as instituições financeiras obrigadas pela regulação do Banco Central do Brasil, que já participam do Open Finance. No caso do outro elo fundamental para esse sistema funcionar, que são as empresas de serviços e iniciadores de pagamento, a adesão continua opcional, mas fundamental para viabilizar a experiência de uso nos serviços”, explica Rafael Isquierdo, especialista em Open Finance e Group Product Manager da Sensedia.

Como toda a engrenagem desse processo é feita via APIs (interfaces de programação de aplicações, em tradução literal), empresas de serviços que não participam do Open Finance podem usar APIs de instituições que participam para oferecer o Pix automático.

“Com o Pix automático o usuário não precisa ir pessoalmente até o banco para cadastrar sua conta em débito ou esperar que o banco tenha convênio com empresas cadastradas. O consentimento para o pagamento recorrente é feito diretamente no site ou aplicativo do prestador de serviço, durante o processo de compra. Após autorizar a transação no aplicativo bancário, o pagamento passa a ser realizado periodicamente de forma automática”, reforça Gabriela Santana, Product Manager da Sensedia.

Ainda segundo os especialistas da Sensedia, além da melhoria na jornada do usuário, outro grande diferencial do Pix automático é a inclusão financeira. Isso porque quem não tem cartão de crédito, por exemplo, poderá parcelar ou agendar pagamentos mensais por meio do Pix automático. 

“Ao eliminar taxas de maquininhas, bandeiras e bancos emissores, comuns no caso dos cartões de crédito, e os custos para emissão de um boleto – que hoje é, em média, de R$ 0,68, somado aos custos operacionais –, o Pix automático também auxilia a maximizar as margens de lucro, podendo resultar em preços mais competitivos para o consumidor. Além disso, como até então só era possível cadastrar débito automático nas maiores instituições bancárias, com o Pix automático, os bancos pequenos e digitais também poderão participar deste ecossistema, ampliando a carta de serviços e produtos, acirrando a concorrência e melhorando a qualidade das ofertas e entregas feitas para a população”, ressalta Gabriela.

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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