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NRF 2025 aponta personalização e IA como tendências para o setor de Food Service

A NRF 2025, realizado na primeira quinzena de janeiro, em Nova York, trouxe um panorama de como o setor está se transformando para atender às expectativas de um consumidor cada vez mais exigente, conectado e consciente. Foi um convite para refletir sobre como o varejo pode ser mais relevante, humano e visionário.

Considerado o maior e mais influente evento do setor, organizado pela National Retail Federation, associação que agrega os varejistas dos Estados Unidos, reuniu gigantes do mercado, startups inovadoras e mentes brilhantes da tecnologia para explorar tendências que estão redesenhando o futuro do varejo e discutir estratégias para reimaginar lojas, integrar tecnologia e, acima de tudo, colocar o cliente no centro de cada decisão.

Para o setor de food service, o recado foi claro: personalização e inovação tecnológica já não são diferenciais, mas sim determinantes.

Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas, empresa de tecnologia  desenvolvedora de softwares de gestão para o setor  de food service, participou da feira e afirma que, “o evento revelou um panorama onde a personalização em escala e a integração de tecnologia, como a IA, irão redefinir a experiência do consumidor”. 

Ele explica que a  tecnologia vem sendo utilizada para criar jornadas de compra mais fluidas e personalizadas, ampliando não apenas a eficiência operacional, mas também a conexão emocional com os clientes.

“A tecnologia não é apenas uma ferramenta, mas um facilitador de experiências que cativam e fidelizam”, enfatizou Eduardo Ferreira. No contexto brasileiro, onde o mercado de food service está em crescimento, a adoção de tecnologias como carrinhos inteligentes e avatares digitais podem ser importantes para atender às expectativas dos consumidores locais, cada vez mais conectados e exigentes.

Com a IA cada vez mais presente na gastronomia mundial, a tecnologia chega como aliada estratégica. Ferreira conta que “um restaurante, por meio da inteligência artificial, pode analisar os hábitos do cliente, sugerir pratos sob medida e ajustar o cardápio em tempo real”. E isso tudo já é uma realidade, em 28% dos estabelecimentos que vem adotando a IA em sua operação, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

“Por meio de algoritmos avançados, a IA tem sido utilizada para prever demandas com maior precisão, reduzindo custos e otimizando o fluxo de produtos. Além de evitar desperdícios e garantir a disponibilidade de itens mais procurados, essa prática aumenta a eficiência operacional, um diferencial competitivo num mercado cada vez mais dinâmico”, complementa o CCO da ACOM.

Especialistas apontam que essa transformação tecnológica não apenas melhora processos internos, mas também redefine a forma como as empresas se posicionam no mercado, promovendo um varejo mais ágil e inteligente.

“O futuro do varejo de alimentos exige adaptação constante. A integração de IA com estratégias tradicionais reflete o futuro da inovação no setor, oferecendo soluções que combinam tecnologia e humanização. As marcas que conseguirem atender a essas demandas estarão mais bem preparadas para prosperar em um mercado em transformação”, destaca Ferreira.

Durante as discussões na NRF, o e-commerce ganhou destaque, impulsionado pelo aumento nas compras de alimentos realizadas online. Segundo a pesquisa E-commerce Trends 2025, realizada pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, 88% dos brasileiros fizeram compras online ao menos uma vez por mês em 2024.

Michelle Evans, da Euromonitor International, destacou durante o evento como a inflação e o avanço do e-commerce estão mudando os hábitos de consumo e remodelando o mercado de alimentos. “O conceito de omnichannel evoluiu: não se trata mais apenas de integrar canais, mas de criar uma jornada fluida e personalizada entre lojas físicas, aplicativos e redes sociais. A inteligência artificial não só otimiza a logística, mas também propõe sugestões personalizadas com base em compras anteriores e feedback do cliente”, sublinhou Evans.

Deb Hall Lefevre, CTO da Starbucks, em sua palestra durante o evento, compartilhou a estratégia por trás da transformação digital da marca e como grandes empresas estão aproveitando a tecnologia e dados para revolucionar suas operações e melhorar a experiência do cliente.

Com baristas empoderados por inteligência artificial e operações otimizadas, a Starbucks provou que é possível adotar tecnologia sem perder o toque humano. A lição? O equilíbrio entre inovação e autenticidade é o segredo para conquistar corações e mentes.

“A experiência da Starbucks na transformação digital mostra que o verdadeiro sucesso está em alinhar tecnologia com propósito da empresa. Adotar inovação tecnológica, como inteligência artificial e personalização em massa, só traz resultados quando usada para resolver problemas reais e melhorar a experiência do cliente”, explica Eduardo Ferreira.

Na sessão sobre food service, Peter Hall (Kraft Heinz) e Dennis Hogan (Compass Group) revelaram o papel transformador dos micro-mercados. Esses espaços, localizados em escritórios, universidades e estádios, aliam conveniência e qualidade, atendendo às demandas por experiências rápidas e customizadas. A sessão destacou o papel do Foodservice como um motor de crescimento e inovação para o setor alimentício.

O uso estratégico da tecnologia, combinado com uma abordagem centrada no ser humano, é a chave para enfrentar os desafios do mercado. Eduardo finaliza: “Para as marcas, o aprendizado é evidente: inovação, cultura e personalização não são apenas tendências; são os pilares de um futuro no qual o consumidor é o verdadeiro protagonista”. 

  • Em português, a palavra "Tags" pode ser traduzida de várias maneiras, dependendo do contexto. As opções mais comuns incluem: * **Etiquetas:** Esta é a tradução mais literal e geral, usada para indicar rótulos, marcas ou adesivos, como "etiquetas de preço" ou "etiquetas de arquivo". * **Tags:** Em muitos contextos tecnológicos (internet, redes sociais, programação, etc.), a palavra "tags" é frequentemente mantida em inglês, pois já é amplamente compreendida e usada. Pode ser usada quando se refere a palavras-chave para categorizar conteúdo, *hashtags* ou elementos de marcação em linguagens como HTML. * **Marcadores:** Usado quando se refere a elementos que servem para indicar, apontar ou categorizar, tal como "marcadores de livro" ou "marcadores de texto". Também pode ser usado em contextos de documentos ou arquivos digitais para facilitar a busca. * **Rótulos:** Similar a "etiquetas", mas muitas vezes associado a embalagens, produtos ou definições mais formais. Para dar a tradução mais precisa, preciso de mais contexto sobre como "Tags" está sendo usado. Por exemplo: * Se for "tags de um blog": **tags** ou **marcadores** (mais comum usar "tags") * Se for "tags de HTML": **tags** * Se for "etiquetas de roupa": **etiquetas** * Se for "tags de mala": **etiquetas** ou **rótulos** Sem mais contexto, a tradução mais neutra e comum, especialmente em ambientes digitais, seria **tags**.
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