InícioArtigosE-commerce em alta: cinco apostas para crescer ainda mais em 2025

E-commerce em alta: cinco apostas para crescer ainda mais em 2025

O crescimento do Comércio eletrónico já é uma realidade. Até porque, se antes o público tinha preferência por fazer compras nas lojas físicas, hoje essa realidade é confrontada com a maior preferência pelos canais online. Não à toa, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o segmento cresceu 10,5% em 2024, registrando um faturamento de R$ 204,3 bilhões. Tendo em vista tamanha representatividade, é essencial que a vertical invista nas estratégias corretas para apoiar o seu desempenho.

Há anos, estamos presenciando a força e expansão do comércio eletrônico. Esse movimento ganhou ainda mais representatividade, principalmente durante a pandemia, quando os negócios tiveram que se adaptar ao período de isolamento social e migrar para plataformas que auxiliassem no atendimento às demandas do público.

Mas, se para alguns comerciantes essa era uma medida “provisória”, atualmente, esse argumento é refutado, considerando a grande aderência dos clientes à prática online. Isto é, cada vez mais as pessoas estão conectadas e utilizando ferramentas que colaboram para a agilidade e comodidade na hora das compras. Além disso, o cliente atual está mais exigente e observador, o que demanda um rigoroso cuidado.

Ou seja, mais do que apenas garantir que haja produtos para suprir a demanda, é essencial que as organizações que atuam no e-commerce e querem potencializar o seu alcance se atentem a cinco aspectos primordiais:

#1 Experiência do cliente: o atendimento ao cliente deve ser fluido e integrado em todos os canais. Ou seja, é essencial garantir um atendimento personalizado que ofereça suporte, independentemente do meio digital em que o cliente esteja navegando. Essa ação é o que assegura a conversão para a compra e, consequentemente, sua fidelização.

#2 Omnicanalidade: complementando o tópico anterior, é essencial que as empresas definam como integrar os canais de atendimento. Seja no ambiente físico ou digital, o consumidor precisa sentir o mesmo cuidado e respaldo, desde a escolha do produto até a apresentação dos meios de pagamento.

#3 Logística: se o cliente não quer mais sair, a mercadoria tem que chegar até ele – mas de forma ágil. Essa é uma estratégia eficiente que vem sendo adotada por grandes players, como, por exemplo, o Mercado Livre. Desse modo, a organização precisa traçar um planejamento logístico para cumprir os prazos e atender às expectativas do cliente.

#4 Gestão de estoque: de nada adianta comercializar sem ter a garantia de que há o produto. Ou seja, é primordial integrar dados e informações de estoque para um melhor controle das operações, sejam elas físicas ou digitais, para que não haja rupturas.

#5 Inteligência Artificial: para garantir a execução das tendências anteriores de forma eficaz, é essencial contar com o apoio da tecnologia. Nesse contexto, a IA desponta como uma forte tendência, devido à sua versatilidade em apoiar tarefas que vão desde a automatização de funções, como atendimento ao cliente, análises de padrões e dados, até a definição de estratégias como controle operacional, segurança e compliance.

Todas as tendências têm em comum o fato de que reforçam a importância da estruturação das operações. Quanto a isso, contar com o apoio de soluções robustas e especializadas nesse tipo de comercialização é imprescindível, uma vez que apoiam todo o gerenciamento, controle e, sobretudo, garantem mais eficiência e qualidade.

Mesmo o e-commerce tendo tido um crescimento explosivo — e, para muitas organizações, de forma desestruturada —, essa é uma modalidade que continuará se expandindo, considerando os atuais comportamentos e preferências do público. Como prova disso, ainda de acordo com a ABComm, este ano a vertical deve atingir um faturamento de R$ 224,7 bilhões, expandindo mais 10% em relação a 2024.

Por isso, para aqueles que ainda não investiram em criar presença no ambiente digital ou que não buscam implementar estratégias de alcance, certamente, ficarão para trás. Sendo assim, além de contar com os recursos corretos, ter o auxílio de uma consultoria especializada é um excelente passo para definir qual o melhor caminho a seguir.

Vivemos a era digital. Se antes ter uma loja situada em um ponto estratégico era o que garantia o sucesso de vendas, agora, além disso, é preciso estar nas redes. À medida que a tecnologia favorece o acesso, é primordial que os comerciantes busquem acompanhar esse movimento em prol de melhores resultados. Afinal, o futuro não é “só vender online”, mas oferecer uma experiência fluida, inteligente e integrada ao consumidor, o varejista que não se adaptar, provavelmente perderá espaço.

Luana Silva
Luana Silva
Luana Silva é Especialista SAP para varejo e e-commerce da ALFA.
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