New York har alltid vært stadiet der detaljhandelen forutser sine store revolusjoner. I sin tur går det vi var vitne til på NRF 2026 mye lenger: detaljhandelen har allerede gått inn i en ny teknologisk syklus, der AI, personalisering og intelligente agenter begynner å strukturere måten forbrukere oppdager produkter, ta beslutninger og fullføre kjøp.
Arrangementet etterlot, klart og objektivt, følgende budskap: Kunstig intelligens har gått fra å være et lag av operasjonell effektivitet til å bli den sentrale plattformen for å drive kundereisen keynote session “The AI Platform Shift and the Opportunity Ahead for Retail”, que reuniu Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, e John Furner, presidente e CEO do Walmart U.S. e futuro CEO global da Walmart Inc.
A escala dessa transformação é traduzida em números impressionantes apresentados por Pichai. Em 2024, o Google processava 8,3 trilhões de tokens relacionados a IA. Em 2025, esse volume saltou para mais de 90 trilhões — um crescimento de 11 vezes em apenas um ano.
Essa aceleração explica a mudança no comportamento do consumidor. Hoje, já registramos mais de 50 bilhões de buscas por descoberta de produtos em tempo real. O padrão de pesquisa por “palavras-chave” está morrendo. O consumidor agora descreve intenções e desejos complexos, delegando à Inteligência Artificial a tarefa de filtrar, comparar e apresentar o que é relevante. Como definiu Pichai: “A IA está se tornando mais pessoal, contextual e capaz de agir por você”.
Dermed er det avgjørende punktet for forhandlere bevaring av forholdet som må opprettholdes med hver forbruker for å styrke koblingen og lojaliteten. Slik sett går teknologien inn som alliert for å redusere mulig friksjon, samt opprettholde kundenes tillit på hvert trinn av kjøpsreisen.
John Furner trouxe a visão de quem está aplicando esse paradigma em uma das maiores empresas do mundo. O Walmart não está apenas testando IA, mas redesenhou sua operação em torno dela. Com agentes como o Sparky (voltado ao consumidor) e sistemas internos que orientam desde a logística até a reposição no ponto de venda, a organização prova que a Inteligência Artificial serve para encurtar a distância entre o “eu quero” e o “eu já tenho”.
Mais do que isso, a IA está sendo usada para elevar o nível da força de trabalho. Ao automatizar tarefas árduas e repetitivas, o varejista abre espaço para que seus colaboradores desenvolvam habilidades mais estratégicas e técnicas, sendo esse um movimento essencial para a sustentabilidade do setor.
Não à toa, um dos anúncios mais estratégicos da feira foi a apresentação do Universal Commerce Protocol (UCP). Trata-se de um padrão aberto, liderado pelo Google em parceria com gigantes como Walmart, Target e Shopify, que permite aos agentes de IA conduzir compras de ponta a ponta sem que o usuário precise sair da interface de conversa.
Esses exemplos deixam para nós, no Brasil, o alerta de que a transformação é rápida e exige colaboração. O sucesso do comércio dependerá da capacidade das empresas de organizarem seu ecossistema de dados. Afinal, a integração precisa ser nativa e a governança de dados, absoluta.
Fremtiden for detaljhandel vil ikke bli definert av hvem som har den vakreste nettsiden, men av hvem som kan være mer nyttig og usynlig i forbrukerens liv. Søketiden er over og æraen med å levere kontekstuelle løsninger har begynt. Transformasjonen krever imidlertid samarbeid mellom plattformer og forhandlere, ikke med utgangspunkt i ideen om at AI vil erstatte selskapets ytelse, men snarere muliggjøre mer effektive reiser, bevare identitet, verdiforslag og kundeforhold.
Como bem encerrou Sundar Pichai: “Mantenham o foco no usuário, e todo o resto tende a seguir”. No varejo de 2026, ter foco no usuário significa estar presente onde a decisão acontece: na inteligência da conversa.
Tailan Oliveira det er CRO på ALFA.

