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Quem manda agora é o Social Commerce? O que esperar do boom do TikTok Shop

Com apenas dois meses de lançamento do TikTok Shop no Brasil, algumas marcas já assimilaram a ferramenta, estruturaram estratégias de social commerce e criaram programas de afiliados para aproveitar a força de venda dos criadores de conteúdo. Vendedores locais já faturaram mais de R$ 1 milhão com um único produto, e muitos creators passaram a gerar mais receita com comissões de venda do que com parcerias de conteúdo.

Trabalho com creative strategy para o TikTok Shop nos Estados Unidos há cerca de dois anos e vi marcas como a Goli Nutrition tornarem-se fenômenos de venda ao expandir seus canais de aquisição via discovery commerce, modelo em que o usuário pode comprar enquanto assiste a vídeos do feed ou transmissões ao vivo.

Desde 2021, o TikTok Shop opera no Reino Unido, Tailândia, Vietnã, Malásia, Singapura e Filipinas. Em 2023, chegou aos Estados Unidos e, em 2025, desembarcou no México, Espanha, Alemanha, França, Itália e, desde maio, também no Brasil. Embora o mercado norte-americano seja mais aquecido em termos de poder de compra e comportamento de consumo, o brasileiro possui uma relação de confiança com criadores que coloca a ferramenta como uma das principais promessas para redesenhar o e-commerce no país.

Para o criador de conteúdo, mais negócios

O TikTok Shop fortalece os creators afiliados, cuja renda principal vem da comissão sobre vendas de produtos de terceiros, além de potencializar aqueles que já possuem outras fontes de receita. Antes dependentes de parcerias pontuais, os criadores agora podem controlar todo o processo, usando a infraestrutura da plataforma para gerenciar vendas, comissões e links de conversão direta com várias marcas, facilitando o acompanhamento das receitas e o pensamento estratégico do negócio.

A relação entre creators e marcas precisa ser de ganha-ganha: a marca evita distribuir produtos a afiliados sem potencial de vendas, e os afiliados não investem tempo em itens pouco atrativos ou com baixas comissões. Em paralelo, canais no YouTube e perfis como o de Shigueo Nakahara (@shigueo_nakahara) ensinam criadores e vendedores a usar a plataforma, compartilhando histórias de ganhos que variam de R$ 100 a R$ 30 mil em comissões em menos de um mês, mesmo com audiências de apenas alguns milhares de seguidores.

Para as marcas, solução e desafio

O shoppable vídeo permite que o usuário conclua toda a jornada de compra no próprio link do vídeo, eliminando páginas externas e problemas de atribuição. A integração com o e-commerce melhora a leitura de resultados e torna mais eficaz a parceria com criadores. O algoritmo do TikTok reduz a distância entre um vídeo viral e a geração de vendas, pois todo o alcance está ligado a um link de compra.

Além dos vídeos, é possível vender por meio de lives, produzidas pela marca ou pelo criador, e de vitrines acessíveis na barra de ferramentas acima do vídeo. As lojas contam ainda com formatos de anúncio como GMV Max, que promove produtos no feed, e Live GMV Max, que impulsiona transmissões ao vivo.

Embora o TikTok Shop elimine ruídos na experiência de compra em redes sociais e dê previsibilidade aos números de parcerias, as marcas precisam aceitar que perderam o controle total da narrativa. O sucesso depende de fornecer aos creators informações que os ajudem a produzir conteúdo eficaz, gerenciar programas de afiliados e selecionar produtos alinhados ao contexto de decisão de compra: emocional, impulsivo e geralmente de tíquete médio mais baixo.

O que ainda falta chegar ao Brasil

Nos Estados Unidos, a plataforma bancou descontos em parceria com marcas, ofereceu fretes quase simbólicos e designou representantes de venda por categoria para incentivar o uso. Marcas chegavam a vender produtos com 50 % de desconto subsidiado pelo TikTok Shop. Mesmo após dois anos, a operação americana ainda recebe atualizações mensais, e muitas das ferramentas prometidas devem chegar ao Brasil.

No mercado brasileiro, já há uma divisão clara entre o Seller Center (gestão de produtos, entregas e logística) e o Affiliate Center (busca e gestão de creators). As categorias disponíveis incluem beleza e saúde, moda, casa e decoração, eletrônicos e esportes, e o recurso de Live Shopping foi liberado poucas semanas após a estreia.

Um recurso aguardado, ainda sem data para lançamento, são as “amostras reembolsáveis”: as marcas enviam produtos a creators iniciantes e, após eles alcançarem determinadas metas de vendas ou conteúdos publicados, podem solicitar reembolso e ingressar definitivamente no programa de afiliados.

Assim, o TikTok Shop encurta a distância entre entretenimento e compra, mas exige que marcas se adaptem à perda de controle narrativo e que criadores ajam como empreendedores. Quem entender rapidamente essa dinâmica tende a colher os melhores resultados.

*Danilo Nunes é professor da ESPM, pesquisador de Creator Economy e CVO e sócio responsável pela Thruster Creative Strategy , agência especializada em criação com foco em performance, com atuação nacional e internacional.

Alta do e-commerce impulsiona automação logística e fortalece demanda por soluções da Águia Sistemas

A Águia Sistemas, empresa líder na fabricação de estruturas de armazenagem e integradora de sistemas de movimentação e automação para intralogística, tem intensificado sua atuação no mercado de e-commerce, um dos segmentos mais dinâmicos da economia brasileira. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor movimentou mais de R$ 200 bilhões em 2024, com um crescimento superior a 10%. Para 2025, a expectativa é de um faturamento de R$ 234 bilhões, alta de 15%, com um ticket médio de R$ 539,28 e três milhões de novos compradores.

Esse crescimento acelerado exige operações logísticas cada vez mais eficientes e automatizadas. Para Rogério Scheffer CEO da Águia Sistemas, nesse cenário o mercado precisa buscar soluções tecnológicas que elevam a produtividade dos centros de distribuição, mesmo em contextos de alta demanda e espaço limitado.

“Os investimentos em automação têm permitido às empresas triplicar sua produtividade com o mesmo número de operadores, graças ao uso de sistemas como Pick Mod, Esteiras automatizadas, Robôs de picking e Classificadores de alto fluxo”, explica Rogério Scheffer CEO da Águia Sistemas.

Entre as soluções oferecidas pela empresa estão sistemas de picking, operações de fulfillmentcross docking e tecnologias inteligentes de conferência e separação de pedidos, ferramentas essenciais para elevar a precisão e a eficiência nas entregas do varejo digital.

Mari Maria Makeup estreia no TikTok Shop e chega a 220 mil pessoas online

A Mari Maria Makeup marcou sua estreia no TikTok Shop com uma transmissão ao vivo especial realizada no último dia 27, diretamente do Centro de Distribuição da marca. Conduzida por Mari Maria, CEO e fundadora, e com a participação da influenciadora Nayla Saab, a live de três horas apresentou descontos de 30% em mais de 50 produtos e distribuiu brindes exclusivos.

Durante a transmissão, os consumidores acompanharam em tempo real as compras realizadas na plataforma e tiveram a oportunidade de participar ativamente da experiência, escolhendo junto com as apresentadoras quais seriam os brindes especiais enviados. O resultado foi expressivo, mais de 220 mil pessoas conectadas e forte engajamento da comunidade online.

“Quero estar cada vez mais conectada com meu público, por isso faço questão de levar meus produtos para todas as plataformas, garantindo que cada pessoa possa ter acesso a eles”, afirma Mari Maria, CEO da marca.

O lançamento também reforça a relevância do TikTok Shop no cenário do e-commerce nacional. Segundo levantamento do banco Santander, a plataforma pode representar até 9% das vendas online no Brasil até 2028, movimentando entre R$25 bilhões e R$39 bilhões. Atualmente, o país já ocupa a terceira posição global em volume de mercado na plataforma, atrás apenas da Indonésia e dos Estados Unidos.

Pesquisa inédita mostra como jovens universitários usam redes sociais e escolhem marcas

O Instagram segue como a rede social mais utilizada, porém não reina sozinho. Marcas de esportes, moda, beleza e até de serviços financeiros figuram entre as preferidas. Essas são algumas das constatações de uma pesquisa feita com universitários de três regiões do Brasil, com idade entre 18 e 23 anos.

Realizada pela universitech Cheers — que possui um aplicativo utilizado por 2 milhões de estudantes para acessar eventos —, a pesquisa dimensiona hábitos e consumo de mídias digitais entre esses jovens.

O levantamento mostra, por exemplo, que o Instagram é utilizado diariamente por 95% dos entrevistados. Mas o TikTok também figura em posição de destaque, com uso diário por 75% dos jovens, com um detalhe: a rede é utilizada não só para entretenimento, mas também para moldar consumo, comportamento e influência, segundo o estudo.

O YouTube, por sua vez, mantém relevância pela cultura de seu uso: é a plataforma preferida para conteúdos com maior profundidade. A pesquisa observa também que a rede social X, antigo Twitter, apesar de altos e baixos, ainda encontra seu espaço em nichos engajados.

MARCAS E MARKETING DE INFLUÊNCIA

Aos participantes do estudo da Cheers foi feita a seguinte pergunta: “Quais marcas você acompanha nas redes sociais que te representam ou te inspiram?”. Não foi dado nenhum exemplo, nem sinalizado segmento algum, com o objetivo de que emergissem aquelas marcas que, de fato, estão na cabeça das novas gerações.

A diversidade de marcas foi o principal resultado. Gigantes e tradicionais, como Nike e Adidas, de artigos esportivos, despontam na dianteira. Entretanto, outras categorias também estiveram presentes nas respostas.

Uma dessas categorias é a de beleza e cuidados pessoais. Nesse segmento, as mais citadas foram Wepink, Grupo Boticário, Natura e Boca Rosa. No varejo de moda, se sobressaem Lojas Renner S.A., Shein e Youcom, “conquistando espaço significativo”, conforme sublinha o estudo. Em entretenimento, a Netflix lidera.

Engana-se quem pensa que a juventude não se preocupa com a vida financeira. Tanto que uma das marcas mais lembradas pelo público da pesquisa vem justamente de serviços financeiros: a Nubank.

“O que essas marcas têm em comum? Não é apenas o produto, mas a capacidade de entregar qualidade, inovação, autenticidade e, acima de tudo, um alinhamento real com os valores e aspirações do público jovem. Eles buscam marcas que os representem e os inspirem no dia a dia”, avalia o fundador e CEO da Cheers, Gabriel Russo.

WhatsApp se consolida como canal de marketing com alta conversão e automação, aponta estudo da OmniChat

Na crescente digitalização do mercado brasileiro, o WhatsApp se consolida como um canal estratégico para vendas, com taxas de conversão mais de sete vezes maiores que as do e-commerce tradicional. É o que revela o Chat Commerce Report 2025, estudo anual da OmniChat, plataforma de IA conversacional para vendas.

O levantamento, que analisou mais de 782 milhões de mensagens trocadas por meio de 42 milhões de conversas realizadas pela OmniChat em 2024, traça um panorama completo sobre o uso de canais conversacionais, o impacto da inteligência artificial (IA) e as tendências que moldam a nova jornada de compras. O número representa o atendimento de mais de 24 milhões de clientes por meio de mais de 29 mil vendedores.

Segundo a análise, o volume de mensagens por canais digitais cresceu 55% em 2024 — em relação ao ano anterior, com o crescimento de 42% no número de conversas via WhatsApp — consolidando o canal como principal ferramenta de comunicação entre marcas e consumidores. Com exatos 95,21% do volume de conversas de marcas com consumidores, o app concentra a maior parte das interações durante a jornada de compras, passando pelas fases de atração, qualificação, conversão e pós-venda, que contempla o acompanhamento de pedidos e pesquisas de NPS e CSAT com altas taxas de resposta.

No setor de joias e acessórios, por exemplo, 28,52% do GMV (Gross Merchandise Value) foi influenciado por interações via WhatsApp, seguido pelo setor de bens de consumo (17,96%), materiais de construção (15,32%), móveis e decoração (14,53%), calçados (12,7%), artigos esportivos (12,35%), educação (11,81%), pet shop (11,58%), vestuário (10,66%) e beleza e perfumaria (7,19%).

A consolidação do WhatsApp como vitrine e canal de checkout se intensificou com o uso de IA generativa e agentes autônomos, capazes de conduzir 100% das vendas de ponta a ponta; ou servindo como suporte para o time comercial, focando em cerca de 80% do total das vendas, as mais transacionais e simples, e transbordando os casos mais complexos e estratégicos para o time humano. A inteligência artificial tem acelerado jornadas de compra com até 95% de redução no tempo de resposta e impulsionado conversões em campanhas como a de recuperação de carrinho. 

Em um ano marcado pela maturidade da IA no comércio e nos serviços, o estudo revela que o canal conversacional deixou de ser um suporte complementar para se tornar, de fato, a maior loja de muitas marcas, superando o e-commerce tradicional em segmentos como moda, construção, saúde, educação e alimentos.

“O WhatsApp há muito tempo deixou de ser somente um canal de mensagens para se tornar uma plataforma de vendas completa, com automação inteligente e operação contínua”, afirma Maurício Trezub, cofundador e CEO da OmniChat. “A integração entre IA, atendimento humano e canais físicos permite ampliar a disponibilidade do serviço e responder à demanda do consumidor por agilidade e personalização”.

IA como protagonista: dados revelam impacto transformador no comércio conversacional

A inteligência artificial emergiu como o principal diferencial competitivo no chat commerce em 2024, com dados que comprovam seu impacto direto nos resultados de negócio. Segundo o Future of Jobs Report 2025 do World Economic Forum, 86% dos empregadores acreditam que a IA transformará seus negócios até 2030, tendência que já se manifesta fortemente nos canais conversacionais.

Os números do Chat Commerce Report 2025 mostram que a utilização de IA nos canais de chat proporcionou:

  • 150% de aumento em conversão influenciada
  • 4x mais capacidade de atendimento simultâneo sem aumento de equipe
  • Aumento de 46% no ROAS 
  • Redução de 75% no tempo médio de resposta (TMR) dos vendedores, de 3:32 minutos para apenas 53 segundos

Em 2024, agentes autônomos de IA conduziram 89.905 conversas comerciais, resolvendo 80% delas sem intervenção humana, sendo responsáveis por mais de 23% das vendas realizadas fora do horário comercial. No primeiro trimestre de 2025, o Whizz superou em 71% o volume de conversas que havia realizado nos dois meses de testes com os clientes, durante o período da Black Friday e Natal.

Para recuperação de carrinho abandonado, o ROAS médio das campanhas suportadas por Inteligência Artificial foi de 246x, um crescimento de 15% sobre o ano anterior, com 14% de taxa de conversão média.

Vendas turbinadas: conversão e ROAS disparam com WhatsApp

As campanhas de marketing via WhatsApp apresentaram uma taxa de conversão de até 27%. O Retorno Sobre Investimento Médio das campanhas de mensagens de marketing (ROAS) foi de 27 vezes, com destaque para as ações de recuperação de carrinho abandonado, em que o ticket médio alcançou 557,67 reais, salto de 432% em relação ao ano anterior. “Esses dados mostram o potencial do WhatsApp para reativar vendas e aumentar o ticket médio em momentos decisivos da jornada do cliente”, explica Trezub.

Canais Conversacionais: O novo eixo do consumo

Além da IA, o Chat Commerce Report 2025 destaca a importância da integração dos canais conversacionais para garantir uma experiência de compra fluida e completa. Em 2024, 92% dos pedidos via WhatsApp foram para entrega em casa, demonstrando a importância de integrar canais digitais e físicos para atender às necessidades do consumidor moderno.

“O consumidor de hoje busca conveniência, agilidade e personalização em todos os pontos de contato com a marca”, afirma Trezub. “A integração de canais de forma fluida permite oferecer uma jornada de compra consistente e sem atritos, desde o primeiro contato no WhatsApp até a entrega do produto em casa”.

Alta do consumo de delivery no inverno impulsiona adaptação de cardápios e embalagens

Agosto, com suas temperaturas mais baixas, tem se consolidado como um dos meses mais aquecidos para o setor de delivery no Brasil. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), estabelecimentos que adaptam seus cardápios à estação registram até 25% de aumento nas vendas noturnas, especialmente em pratos quentes e comfort food, como sopas, caldos, massas e ensopados.

Para dar conta da demanda, especialistas recomendam ajustes operacionais que vão desde a escolha de utensílios adequados até o investimento em embalagens térmicas. “No delivery, a experiência do cliente começa pela apresentação do pedido. Embalagens que mantêm a temperatura e evitam vazamentos transmitem profissionalismo e aumentam as chances de recompra”, explica Mislene Lima, especialista em encantamento ao cliente e líder de vendas do Grupo Simão.

A adaptação dos cardápios também é vista como estratégia de fidelização. De acordo com Lidiane Bastos, administradora de empresas e CEO do Grupo Simão, a sazonalidade pode ser aliada para reduzir custos e surpreender o público. “Menus sazonais permitem trabalhar com ingredientes frescos e de melhor custo-benefício. Além disso, criam a sensação de novidade, estimulando que o cliente volte a pedir”, afirma.

Além da escolha dos pratos, a organização interna das cozinhas é apontada como fator decisivo para que a operação funcione sem gargalos. Pesquisa da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) mostra que 70% dos estabelecimentos que investem em equipamentos de alta performance conseguem reduzir em até 20% o tempo de preparo. “Quando há método e clareza na rotina, o restaurante consegue atender mais pedidos em menos tempo, mantendo a qualidade do serviço”, complementa Mislene.

Outro ponto em evidência é a fidelização via aplicativos de entrega. Segundo dados da PwC, 71% dos consumidores consideram a apresentação e o design da embalagem um fator de peso na decisão de compra. Para os especialistas, investir em recipientes personalizados, com identidade visual própria e mensagens de agradecimento, ajuda a criar vínculo com o público e gera uma publicidade espontânea nas redes sociais.

“O cliente que pede pelo aplicativo não vê o salão do restaurante nem o atendimento presencial. A percepção de valor e de cuidado está no que ele recebe na porta de casa. Por isso, cada detalhe conta”, reforça Mislene.

Como bares e restaurantes podem aproveitar o delivery no inverno, segundo Lidiane Bastos:

  • Invista em embalagens térmicas
    Os recipientes que mantêm a temperatura dos alimentos até a entrega são fundamentais para caldos, sopas e massas. Prefira opções resistentes a vazamentos e fáceis de manusear.
  • Aposte em cardápios sazonais
    Inclua pratos de inverno, como ensopados, fondues individuais e sobremesas quentes. Trabalhar com ingredientes da estação reduz custos e garante frescor.
  • Organize a cozinha para agilidade
    Utensílios de alta performance, como panelas resistentes, balanças de precisão e processadores, reduzem o tempo de preparo em até 20%.
  • Personalize o atendimento no app
    Utilize embalagens com a identidade visual da marca, inclua mensagens de agradecimento ou brindes simples, como pão artesanal para acompanhar uma sopa. Estes detalhes aumentam a fidelização.
  • Crie promoções de fidelidade
    Ofereça descontos progressivos para clientes que pedirem mais de uma vez no mês ou combos familiares, que têm forte apelo nas férias escolares.
  • Aposte em bebidas e acompanhamentos
    Chás, cafés, vinhos em porções individuais e sobremesas de inverno são diferenciais que elevam o ticket médio e complementam a experiência.

A cidade de Franca recebe o maior evento itinerante de comércio eletrônico do Brasil

Conhecida em todo o Brasil como a “Capital Nacional do Calçado”, Franca (SP) agora dá passos firmes também no universo da tecnologia e do varejo digital.  A cidade será a cidade anfitriã da ExpoEcomm em 2025. O evento, marcado para o dia 16 de setembro, reunirá especialistas, empreendedores e grandes players do comércio eletrônico.

“A ExpoEcomm é um termômetro do varejo digital brasileiro, oferecendo uma imersão nas tendências e inovações do setor. Com painéis estratégicos, rodadas de negócios e palestras de alto nível, o evento abordará temas importantes como inteligência artificial, automação de vendas, integração de marketplaces e estratégias para o crescimento exponencial. É o ambiente ideal para quem busca compreender as direções futuras do comércio eletrônico e aprimorar sua competitividade”, destaca Claudio Dias, CEO da Magis5.

A empresa que trabalha com soluções de integração para e-commerce e conecta sellers a mais de 30 plataformas, incluindo Amazon, Shopee e Mercado Livre já confirmou sua presença de destaque no evento. Para Dias, o encontro não é somente uma vitrine, e sim, uma oportunidade estratégica.

“Participar desse evento é mostrar, na prática, como a tecnologia pode liberar o tempo do vendedor online e gerar mais vendas com menos esforço. Além disso, é uma oportunidade ímpar para trocar experiências que alimentam a inovação contínua do setor e reforçam a importância da automação para a escalabilidade dos negócios”, afirma.

Para Dias, a escolha de Franca como sede do evento reforça o objetivo de mostrar a transformação pelas quais as relações de consumo estão passando, assim como o próprio desenvolvimento da cidade: “Franca é historicamente um polo industrial, mas hoje se projeta também como centro de inovação, apoiado por iniciativas como o Centro de Inovação Tecnológica e o Programa Sandbox, que impulsionam o avanço da cidade em ciência, empreendedorismo e tecnologias digitais”. Ele ressalta que a cidade integra o circuito de cidades pelo qual passou a ExpoEcomm e neste roteiro, é a penúltima a receber o evento. “Com o comércio eletrônico se adaptando rapidamente às novas exigências de consumo, o evento promete trazer não só tendências, mas também soluções concretas para quem vende online e busca competitividade real”, conclui.

Serviço

Evento: ExpoEcomm 2025 –https://www.expoecomm.com.br/franca
Data: 16 de setembro
Horário: das 13h às 20h
Local: VILLA EVENTOS – Rodovia Engenheiro Ronan Rocha – Franca/SP

Marketplace do KaBuM! faz cinco anos e se fortalece como destino de nicho em tecnologia e games

O KaBuM!, e-commerce de tecnologia e games, consolida cada vez mais seu marketplace como um importante motor de crescimento da companhia. Em apenas cinco anos, a operação já representa mais de 20% do faturamento, com expectativa de superar 1 bilhão de reais em vendas em 2025.

Desde o lançamento, em 2020, o número de sellers cresceu mais de 420%, acompanhado por uma expansão de ofertas que ultrapassam 240 mil itens disponíveis na plataforma. Esse crescimento reflete não apenas a força do ecossistema digital, mas também a consolidação de um marketplace de nicho, que conecta marcas e lojistas diretamente a um público altamente qualificado e engajado.

“O marketplace é uma peça-chave na nossa estratégia de crescimento, pois amplia o portfólio, fortalece a marca e nos aproxima ainda mais da comunidade gamer e tech”, afirma Fábio Gabaldo, diretor de negócios do KaBuM!.. “Ao conectar sellers de diferentes perfis a um público apaixonado por tecnologia, garantimos uma experiência única e relevante para todos os envolvidos.”

Marketplace de nicho: uma tendência em expansão

Os marketplaces de nicho têm se destacado globalmente por oferecerem experiências mais personalizadas tanto para sellers quanto para consumidores. Ao contrário das plataformas generalistas, esses ambientes reúnem um público específico, com alta intenção de compra e confiança nas marcas que compõem o ecossistema. No setor de tecnologia e games, esse movimento ganha ainda mais força: trata-se de um mercado em franca expansão, impulsionado pelo crescimento do público gamer, que já ultrapassa 3,7 bilhões de pessoas no mundo, segundo a Newzoo, e pelo interesse crescente em equipamentos de alta performance, periféricos, serviços digitais e soluções voltadas para criadores de conteúdo.

As vantagens de vender no KaBuM!

Mais do que números, o marketplace do KaBuM! oferece diferenciais estratégicos que ampliam o potencial de sucesso dos seus sellers:

Público altamente qualificado: consumidores apaixonados por tecnologia, com intenção de compra clara.

Credibilidade e reconhecimento: uma marca com 22 anos de operação e liderança consolidada no segmento.

Atendimento próximo: suporte ativo a 100% dos sellers, com contato direto via WhatsApp e equipe dedicada.

Ecossistema Magalu: acesso à rede logística do grupo (Magalog), com fretes competitivos e maior capilaridade.

Marketing eficiente: sellers participam de campanhas internas e externas, com exposição em canais de mídia pagos e proprietários.

Curadoria especializada: seleção de produtos que garantem relevância, confiança e autoridade no segmento gamer/tech.

Conexão com a comunidade gamer

Mais do que uma plataforma de vendas, o KaBuM! é parte ativa da comunidade gamer e tech no Brasil. O servidor oficial no Discord reúne fãs e consumidores em torno de promoções, lançamentos e debates sobre hardware e jogos. A atuação no cenário competitivo, por meio da KaBuM! Esports, e a produção de conteúdo via KaBuM! TV reforçam a proximidade e autenticidade da marca junto ao seu público.

Do primeiro quadro vendido ao comando de uma holding multissetorial

No universo empresarial, o sucesso raramente é obra do acaso. Ele costuma ser resultado de escolhas estratégicas, timing apurado e uma combinação entre visão de futuro e capacidade de execução. Por trás dos grandes números, quase sempre há uma trajetória marcada por riscos calculados, aprendizados duros e uma persistência que resiste aos ciclos do mercado.

A trajetória do brasiliense Marcos Koenigkan é a prova disso. Aos 17 anos, ele deu seu ponta-pé inicial no empreendedorsmo ao revender quadros de artistas locais em Brasília, um movimento aparentemente simples, mas que antecipava sua habilidade única de identificar e explorar oportunidades pouco atendidas pelo mercado tradicional.

O passo seguinte veio com ousadia e estratégia: aos 19 anos, com pouco investimento, cerca de R$ 10 mil, ele inaugurou sua primeira imobiliária, apostando em condomínios horizontais no Distrito Federal, um segmento ignorado por grandes players do setor. Essa escolha foi decisiva: abriu as portas para a sua ascensão no mercado, revelando seu gosto e visão apurada para os negócios.

Sua percepção pioneira se consolidou com a criação do IBAVI (Instituto Brasileiro de Avaliações e Pericias Imobiliárias) que antecipou a era digital ao desenvolver um sistema próprio de coleta e análise de dados imobiliários, algo inovador para o mercado brasileiro da época. Entre 2007 e 2014, Koenigkan virou líder absoluto no setor. “Fui responsável por lançar cerca de 90% dos condomínios legalizados, horizontais, na região”, pontua.

Com a experiência consolidada e um olhar sempre à frente do seu tempo, o empresário fundou o Grupo MK, holding que concentra negócios em setores distintos, mas conectados por uma mesma lógica de valor: inovação, posicionamento estratégico e domínio de nichos pouco explorados.

No universo da arte, criou o Catálogo das Artes, maior portal brasileiro de precificação de obras e antiguidades, valorizando a produção nacional em um mercado que movimenta R$ 2 bilhões, segundo o Ipea. No setor imobiliário, lidera a LK Engenharia e a MK Participações, com atuação em projetos residenciais e comerciais que se tornaram referência em real estate no Distrito Federal.

À frente da fintech MEO Bank, mira a concessão de R$ 1 bilhão em crédito corporativo até o fim de 2025, desburocratizando o acesso a capital para médias empresas. Também comanda as marcas Show Self StorageYou Box e Brasília Self Storage, que despontam como líderes em armazenamento inteligente em um setor que cresce 15% ao ano (ABRASSI, 2023) impulsionado pela expansão do e-commerce e pela compactação da vida urbana. E, no campo do networking de alta influência, está à frente do Mercado & Opinião, grupo que reúne mais de 900 líderes empresariais responsáveis por cerca de 35% do PIB nacional para conversas e discussões estratégicas que impactam diretamente setores-chave da economia.

O Mercado & Opinião nasceu durante a pandemia como uma iniciativa informal para troca entre empreendedores e hoje é um dos principais fóruns de debate estratégico do Brasil. Koenigkan implementou critérios rigorosos de adesão, aceitando apenas donos e executivos máximos de empresas bilionárias, o que garante foco e exclusividade. “Cada encontro é uma provocação estratégica: como melhorar os negócios, o ambiente empresarial, a produtividade. Tudo o que fazemos tem um pé no capital, no empreendedorismo e na transformação do ecossistema corporativo”, declara.

Os encontros evoluíram para eventos fechados e o Mercado & Opinião Conference se tornou palco de discussões que influenciam diretamente setores-chave da economia. “Empreender é estar em constante reinvenção. Aprendi que os erros são indispensáveis para desenvolver autoridade e uma visão abrangente do mercado. O diferencial está em ouvir o cliente, testar hipóteses e não temer mudar de rota”, afirma Koenigkan.

Sua aposta no MEO Bank reforça a estratégia de digitalização e inovação, rompendo com os entraves do sistema financeiro tradicional. De acordo com dados da Pesquisa Fintechs de Crédito Digital, realizada pela PwC e a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), O volume de crédito concedido pelas fintechs cresceu 52%, alcançando R$ 21,1 bilhões em 2023.

O Grupo MK planeja dobrar seu faturamento até o final de 2025, apoiado em tecnologia, parcerias sólidas e no poder do networking qualificado. “O segredo é construir ecossistemas que conectem pessoas, negócios e ideias, transformando o que antes eram nichos ignorados em oportunidades bilionárias”, afirma o empresário.

O Brasil vive um momento de transformação econômica e líderes como Marcos Koenigkan estão à frente dessa mudança. A história dele não é apenas de números, mas de estratégia, visão e resiliência, ingredientes que definem os empreendedores capazes de moldar o futuro do país.

Wigoo impulsiona DPaschoal: 440% de crescimento em vendas e reduz CPA em 16% 

A DPaschoal registrou um crescimento de 440% nas vendas e redução de 16% no Custo por Aquisição (CPA), com estratégia de Inteligência Artificial desenvolvida pela Wigoo, agência de marketing e tecnologia, em parceria com o Google.

Com 75 anos de atuação no setor automotivo, uma indústria cada vez mais competitiva e sensível a preços, a DPaschoal tinha o desafio de aumentar as vendas e diminuir os custos. Com esse objetivo, a Wigoo focou no uso estratégico de dados e na parceria e estrutura de Inteligência Artificial do Google. O crescimento foi impulsionado à partir das ferramentas de Performance Max (PMAX) e de Busca.

A Wigoo, tem destaque no Google, e está no ranking das 39 principais agências do Brasil, fortalecendo a parceria entre agência, cliente e plataforma, garantindo excelência na execução das campanhas de mídia. 

“Essa parceria estratégica colabora com nossa visão de futuro e nos impulsiona a evoluir a cada dia. Juntos, entendemos melhor o comportamento dos nossos clientes, identificamos oportunidades de mercado e atuamos com mais agilidade diante da concorrência”, diz o Gerente de Marketing da DPaschoal, André Henrique. 

“Trabalhar com parceiros que estão com apetite de crescer e inovar nos permite oferecer estratégias agressivas e alcançar resultados como atingimos na DPaschoal”, diz o co-CEO e fundador da Wigoo, Dib Sekkar. 

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