शुरूसामग्रीRedução da carga sobre o suporte

Redução da carga sobre o suporte

Os verificadores de BIN abrem possibilidades para automação. Configuração de regras, monitoramento de transações e previsão de recusas ocorrem sem intervenção manual.

Crescimento e estratégia

Para negócios que trabalham com pagamentos online, os verificadores de BIN tornam-se um padrão. Eles ajudam a criar processos seguros, entender clientes e minimizar riscos financeiros.

Cada verificação de cartão fornece dados. O negócio ganha velocidade, transparência e controle. Os verificadores de BIN ajudam a analisar transações, construir rotas de processamento e desenvolver estratégias.

Os verificadores de BIN permitem que o negócio aja de forma rápida e precisa. Cada

é verificada antecipadamente, e as equipes recebem informações para tomar decisões. A ferramenta ajuda a gerenciar riscos, automatizar processos e construir pagamentos online seguros. O negócio utiliza os verificadores de BIN para crescimento, análise e automação. Cada cartão é verificado, cada transação é transparente e cada processo está sob controle.

Juspay integra Click to Pay da Visa no Brasil para reduzir abandono de carrinho no e-commerce

Com o objetivo de redefinir o comércio digital no Brasil, a Juspay, líder global em infraestrutura de pagamentos, anunciou nesta terça-feira, 9 de dezembro,  uma parceria estratégica com a Visa para a implementação em larga escala do Click to Pay. Esta colaboração foca em resolver dois dos maiores desafios do e-commerce no país: a alta taxa de abandono de carrinho, que já ultrapassa os

, de acordo com um estudo do E-commerce Radar, devido à complexidade do checkout, e a necessidade de segurança robusta nas transações.

O Click to Pay, baseado no padrão global EMV® Secure Remote Commerce (SRC), transforma a experiência de compra online e elimina a necessidade da inserção manual dos 16 dígitos do cartão, além de datas de validade e códigos de segurança em cada compra. Em vez disso, quem usa seu cartão Visa pode finalizar uma transação com um único clique, usando credenciais tokenizadas e protegidas, independentemente do dispositivo ou do lojista em que estão comprando.

A plataforma de infraestrutura da Juspay atua como o motor para essa implementação, oferecendo uma integração única e simplificada. Para os lojistas, isso significa uma melhoria nas taxas de conversão, pois a jornada do cliente é drasticamente simplificada no momento mais crítico da compra.

Além da conveniência, a parceria aborda diretamente a segurança. A solução permite o uso de autenticação biométrica avançada (como passkeys). Isso dá aos lojistas a confiança para focar no crescimento, sabendo que estão protegidos pela infraestrutura de segurança proporcionada pelas empresas.

“O Brasil é um mercado prioritário para a Visa, e o crescimento do e-commerce aqui depende diretamente da confiança do consumidor”, afirma Leandro Garcia, Diretor de Produtos da Visa no Brasil. “O Click to Pay é a nossa resposta para um pagamento que é, ao mesmo tempo, ágil e blindado. A parceria com a Juspay garante que essa inovação chegue ao mercado brasileiro com a escala, agilidade e excelência técnica que os lojistas e consumidores exigem, completa .

Shakthidhar Bhaskar, Diretor de Expansão LATAM da Juspay, diz estar orgulhoso de ter a Visa como parceira na jornada para otimizar o comércio digital. “Nossa missão é tornar os pagamentos uma commodity transparente e segura. A integração do Click to Pay da Visa em nossa plataforma é mais do que adicionar um recurso, estamos removendo a última grande barreira entre o desejo do consumidor e a venda concluída pelo lojista”, observa.

A colaboração entre a Juspay e a Visa chega em um momento crucial, à medida que o e-commerce brasileiro continua sua trajetória de crescimento. Segundo uma

da Rakuten Advertising, o tráfego em e-commerces no país subiu 7% em relação a 2024, enquanto a média mundial recuou 1%. Por isso, ambas empresas esperam que a parceria seja um catalisador chave para a próxima onda de crescimento do comércio digital no país.

“Queremos elevar o padrão de segurança e confiança nas compras online e eliminar fricções históricas do e-commerce brasileiro”, finaliza Bhaskar.

Eficiência deixou de ser opção, agora é questão de sobrevivência

Durante muitos anos, a eficiência dentro das empresas foi tratada quase exclusivamente como sinônimo de corte de custos. Essa lógica já não se sustenta. Com juros elevados, crédito mais caro e pressão inflacionária, a eficiência voltou a ser um dos ativos mais valorizados, e também um dos mais escassos, do mercado corporativo. Crescer de forma eficiente dá trabalho, mas não exige rupturas imediatas. Em muitos casos, é possível começar modernizando o que gera maior impacto com menor esforço. O momento exige profundidade estratégica, não apenas velocidade.

Os dados reforçam essa virada. O UK Productivity Review, do Productivity Institute, mostra que empresas que reorganizam sua operação com base em dados e automação crescem até 40% mais rápido do que aquelas que tentam expandir apenas aumentando o quadro de funcionários. Isso confirma o que se observa na prática: eficiência não é tendência, é condição de sobrevivência. Processos antigos impõem custos invisíveis que corroem os resultados. A consultoria Robert Half aponta que o ciclo completo de substituição de um profissional pode levar até seis meses, período em que a empresa perde velocidade, cultura e produtividade.

A mesma lógica vale para a automação. A Harvard Business Review indica que cerca de 40% do tempo de trabalho é consumido por tarefas automatizáveis. Já a Accenture mostra que empresas digitalmente maduras têm 28% menos despesas operacionais e crescem duas vezes mais rápido. Mesmo assim, muitas organizações seguem adotando tecnologia de forma superficial, sem integrar sistemas, qualificar dados ou redesenhar processos. O resultado é um ambiente digitalizado apenas na aparência, mas ainda repleto de desperdícios.

Para 2026, o movimento inevitável será reorganizar, simplificar, integrar e automatizar. Isso envolve reestruturar processos com inteligência artificial, eliminar tarefas repetitivas e de baixo valor, repensar o papel do escritório como uma plataforma física e digital de produtividade e investir na recapacitação das equipes. Demitir e contratar continua sendo o modelo mais caro, e o menos eficiente.

Na prática, eficiência significa mapear desperdícios de esforço humano, identificar funções que podem ser auxiliadas ou substituídas por agentes de IA, revisar o uso real das plataformas existentes, atualizar processos antigos, treinar parte relevante da força de trabalho e estabelecer governança executiva clara para a agenda de produtividade. Também exige medir, de maneira consistente, os ganhos gerados pela automação e o engajamento com as ferramentas disponíveis.

Os resultados aparecem quando a transformação é feita com método. Já observei casos de empresas que resolveram 80% da inadimplência com agentes financeiros inteligentes, reduziram o custo por ticket de 12 reais para 3, ampliaram em 1,6 vez o volume de reuniões qualificadas e cresceram 41% em vendas. Houve ainda uma redução média entre 35% e 40% do headcount operacional, sem perda de performance. Tudo isso com mais clareza, velocidade e menos desperdício.

Em 2026, vencer não será sobre ser maior ou ter mais capital, mas sobre operar com inteligência, integração e foco real em eficiência. A lógica do mercado mudou: prosperar não significa ter mais recursos, e sim usá-los melhor. A eficiência deixou de ser opção e se tornou o diferencial competitivo decisivo.

Por Mateus Magno, CEO da Magnotech.

Setor de gerenciamento de frotas mira mercado de US$ 52 bi até 2028; empresas brasileiras aceleram para capturar fatia

A Gestran, plataforma SaaS de Gestão de Frotas que completou 26 anos em outubro, vive uma nova fase de expansão.

Entre janeiro e setembro, a logtech curitibana alcançou um salto de 54% no faturamento de seu produto: o Gestran Frota, ultrapassando a marca de 1 mil empresas usuárias, em todo o Brasil. Até o final do ano, a expectativa é superar a marca de 60% de crescimento.

Nesse sentido, a empresa tem investido no desenvolvimento de novos módulos de seu software, focado em automação de processos, redução de custos e aumento na produtividade das operações de frotas.

“Estamos com vagas de trabalho abertas justamente na área de Tecnologia da Informação, para comportar o novo momento da empresa”, afirma o CEO da Gestran, Paulo Raymundi.

A sede da empresa, em Curitiba, passa por reformas e ampliação para receber o novo time. Ao todo, as instalações da Gestran acomodarão até 90 colaboradores, um salto de mais de 60% em relação ao porte atual, de 56. No momento, a empresa está com diversas vagas de trabalho em quase todas as áreas.

Segundo o executivo, a infraestrutura da sede incluirá a criação de um estúdio para a gravação de vídeos, salas de reunião e ambientes destinados à promoção do bem-estar dos funcionários.

“Além disso, estamos focando em estender nossa atuação a outras regiões do país, reforçando nossa presença nacional”, completa Raymundi. Vale lembrar que, em 2024, a empresa instalou unidade também em São Paulo, com o objetivo de estar mais perto dos mercados paulista e nacional.

A novidade garante precisão ao gerenciar documentos essenciais, sejam eles de motoristas ou de veículos.. “Ao manter esses registros sempre atualizados, as empresas evitam multas, retenções e outros riscos que comprometem as suas atividades”, sublinha o CEO da Gestran.

Brasileiros mantêm tradição de presentear: 94% planejam compras de Natal, aponta Shopee

Com a aproximação do final de ano, um estudo* da

indica que

94% dos respondentes pretendem presentear neste Natal,

mostrando que as pessoas seguem otimistas com o varejo e veem na data uma oportunidade de agradar amigos e familiares durante as festas. E a procura pelo item perfeito já começou: de acordo com os dados

48% dos consumidores iniciam as busca com três semanas ou mais de antecedência.

Com isso, o consumidor deverá adquirir, em média,

cinco presentes

निष्कर्ष

vestuário, itens para casa, beleza e eletrônicos. As inspirações para as compras vêm principalmente de desejos antigos (49%)

itens vistos em sites/apps (44%)

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