PIX domina el mercado
Brasil entre los 5 principales del mundo en adopción de criptomonedas topografía Open Finance se convierte en la próxima frontera de la inclusión financiera estudiar El proyecto Nexus prevé la integración global de los pagos instantáneos.
Brasil ya es líder mundial en el uso de carteras digitales Los pagos digitales representarán el 80% del e-commerce hasta 2030 El Banco Central sigue invirtiendo en seguridad para prevenir fraudes.
Brasil avanza hacia el liderazgo en economía digital y descentralizada
Conforme dados do último informe da Chainalysis, uma empresa de análise de blockchain, o Brasil é a maior economia em cripto na América Latina, tendo registrado volumes de transações de cripto de US$ 318,8 bilhões de julho de 2024 a junho de 2025. O número, que implica um crescimento anual de mais de 100%, destaca a crescente relevância das criptomoedas e suas possibilidades para a economia brasileira e seus cidadãos.
Em 2024, o país transacionou mais de US$ 318,8 bilhões em criptomoedas, com clientes institucionais respondendo por 70% do volume negociado na maior exchange brasileira. Datos do Banco Central revelam que, entre janeiro e setembro de 2024, as importações de criptoativos aumentaram 60,7%, impulsionadas principalmente pelo uso de monedas estables, que representam 70% das transações.
3. Open Finance se torna a próxima fronteira da inclusão financeira
Implementado pelo Banco Central em 2021, o Open Finance deve se consolidar até 2026 como o eixo central da inovação financeira no Brasil. O sistema já ultrapassou 62 milhões de consentimentos ativos, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), um crescimento de 44% em um ano, embora 55% dos brasileiros ainda desconheçam seus benefícios.
Mais do que uma evolução do PIX, o Open Finance permite acesso a crédito mais barato e personalizado, comparação de produtos em tempo real, migração rápida entre instituições e maior segurança no compartilhamento de dados. A próxima fase prevê integração com seguros, previdência e investimentos, ampliando a inclusão e a personalização dos serviços financeiros.
4. O projeto Nexus prevê integração global dos pagamentos instantâneos
EL Bank of International Settlements (BIS) está desenvolvendo o Sistemaa plataforma Nexus, que deve integrar sistemas de pagamento instantâneo de 60 países, incluindo o PIX brasileiro. O projeto está em fase de testes na Malásia, Cingapura e Zona do Euro.
5. O Brasil já é líder mundial no uso de carteiras digitais
Según el Informe de Pagos Globales 2025 da Worldpay, 84% dos brasileiros já usam carteiras digitais como PicPay, Mercado Pago, Apple Pay e Google Pay, uma das maiores taxas do mundo. Em alguns segmentos de e-commerce, as carteiras já superam o cartão de crédito como forma de pagamento preferida.
6. Pagamentos digitais devem representar 80% do e-commerce até 2030
Según el Informe de Pagos Globales 2025 da Worldpay, os pagamentos digitais devem representar mais de 80% do valor gasto no e-commerce brasileiro até 2030. As carteiras digitais, já utilizadas por 84% dos brasileiros, devem ultrapassar US$ 28 trilhões globalmente até o fim da década.
7. Banco Central segue investindo em segurança para prevenir fraudes
Apesar da ampla adoção, o PIX ainda passa por ajustes em relação à segurança. Dados do Banco Central via Lei de Acesso à Informação revelam que as perdas com fraudes cresceram 70% em 2024, alcançando R$ 4,9 bilhões.
Para combater o problema, o BC implementou o Mecanismo Especial de Devolução (MED) e bancos intensificam investimentos em inteligência artificial e monitoramento em tempo real.
Brasil caminha para liderança em economia digital e descentralizada
Os números apresentados não deixam dúvidas: o Brasil está na vanguarda da revolução dos pagamentos digitais e seguirá assim no próximo ano. A combinação entre um sistema público de pagamentos instantâneos altamente eficiente (PIX) e a crescente adoção de tecnologias descentralizadas (criptomoedas) cria um ecossistema único no mundo, capaz de atender desde o pequeno comerciante até grandes corporações multinacionais.
O movimento de internacionalização do PIX e a participação brasileira no Sistema Nexus indicam que o país não apenas acompanha tendências globais, mas as lidera. Com 63% da população já utilizando pagamentos instantâneos regularmente e significativa parcela dos brasileiros detendo criptoativos, o mercado nacional se consolida como laboratório de inovação para o sistema financeiro global.
“Empresas e empreendedores precisam enxergar a digitalização dos pagamentos como parte central de sua estratégia. A combinação de diferentes métodos — do PIX às criptomoedas, incluindo carteiras digitais e soluções internacionais — será determinante para a competitividade. Esse movimento já está em andamento, com o Brasil ocupando posição de liderança na revolução dos pagamentos digitais”, destaca o CRO da Azify.
Os desafios de segurança, como as fraudes que resultaram em perdas de R$ 4,9 bilhões em 2024, demonstram que o avanço tecnológico deve vir acompanhado de investimentos robustos em proteção e educação digital. O Banco Central tem atuado proativamente com mecanismos de devolução e regulamentações mais rígidas, mas a responsabilidade é compartilhada entre instituições financeiras, empresas e usuários.
“Com a chegada de novas modalidades do PIX, a expansão do Open Finance e a consolidação das criptomoedas como classe de ativos legítima, o Brasil entra em uma nova década de transformação no sistema financeiro. O desafio agora é entender a velocidade dessa mudança e como empresas e consumidores vão se adaptar a um cenário cada vez mais digital e descentralizado, um movimento no qual o país já exerce papel de liderança global”, finaliza o especialista da Azify.

